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Placeta de La Charca

La Plazuela

Letra

Pracinha da Charca

Placeta de La Charca

Se vive pela morteSe vive por la muerte
E se morre pela estradaY se muere por la vía
Morre a tristezaSe muera la tristeza
Quando canta a alegriaCuando canta la alegría

Gloria ao pão que me alimentaGloria al pan que me alimenta
E às mãos que o escrevemY a las manos que lo escriben
Garganta meio companheiraGárgara medio compañera
Se este corpo já não viveSi este cuerpo ya no vive

Fadiga dupla, eu passoFatiga doble, yo paso
De tanto subir a ladeiraDe tanto subir la cuesta
Mas benditos sejam meus passosPero benditos sean mis pasos
Quando chego à sua portaCuando llego yo a su puerta

E na Pracinha da CharcaY en la Placeta de la Charca
E até os pelos sangramY hasta los pelos me sangran
Meu rostinho ficaQue se me pone la carita
Como um chinês na AlhambraComo un chino en el Alhambra

E eu louco para me meterY yo loco por meterme
Segundo sua mãe, onde não devoSegún su madre, donde no debo
As lágrimas de seu rostoLas lágrimas de su cara
Por minha menina, eu beboPor mi niña, yo me bebo

Em minha porta não passe maisEn mi puerta ya no pase
Que de tristeza eu morroQue yo de pena me muero
E apunhala minha memóriaY apuñala mi memoria
Com a trança de seu cabeloCon la trenza de su pelo

E na face B desta históriaY en la cara B de esta historia
Não subi mais a ladeiraNo he vuelto a subir la cuesta
Só me resta sua imagemSolo me queda su imagen
A lembrança e meia letraEl recuerdo y media letra

Alguns fios dela em minhas roupasAlgún pelo suyo en mi ropa
E o nome dessa pracinhaY el nombre de esa placeta
Que foi meu santuárioLa que fue mi santuario
E sempre será minha mecaY siempre será mi meca

A verdade se torna negraLa verdad se vuelve negra
As promessas são de barroLas promesas son de barro
E a água que as destróiY el agüita que las destruye
Nos olha de ladoNos mira de medio lao

Esta casa é uma prisãoEsta casa es una cárcel
E eu continuo presoY yo sigo endenao
Por Deus, que alguém venha e me tirePor Dios que alguien venga y me saque
Por meus mortos que tenteiPor mis muertos que lo he intentao

E eu louco para me meterY yo loco por meterme
Segundo sua mãe, onde não devoSegún su mamá, donde no debo
As lágrimas de seu rostoLas lágrimas de su cara
Por minha menina eu beboPor mi niña yo me bebo

Que, em minha porta, não passe maisQue, en mi puerta, ya no pase
Que de tristeza eu morroQue yo de pena me muero
E apunhala minha memóriaY apuñala mi memoria
Com a trança de seu cabeloCon la trenza de su pelo

E é que os médicos me disseramY es que me han dicho los doctores
Que seu amor por mim me custaQue tu querer a mí me cuesta
Dois anos de doençaDos años de enfermedad
E três de convalescençaY tres de convalecencia

Já não sei se tenhoYo ya no sé si es que tengo
Má coração ou má cabeçaMal corazón o mala cabeza
E mais uma vez me vejo no chãoY otra vez me veo en el suelo
Por tropeçar na mesma pedraPor tropezar con la misma piedra

Composição: Luis Abril Martín / Manuel Hidalgo Sierra. Essa informação está errada? Nos avise.

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