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O Dia dos Mortos

La Pulqueria

El Dia De Los Muertos

No hay razones por las que la abandoné
Hay razones por las que no la olvidé
Y cantar con su voz para no decir adiós
Y cantar… y cantar mil canciones

Yo soy el viento en este mundo
que te susurra al oído,
Que pongas velas en mi lecho
Y esperes anochecer con tu pañuelo y tu vestido

Quiero tenerte entre mis brazos
Quiero esta noche estar contigo
Yo soy la muerte que baila contigo
hasta el amanecer
Y tú, alumbraste mi camino

No hay razones por las que la abandoné

Y bailaremos con los muertos
hasta ver el sol nacer
Y al llegar el mes de noviembre veo
tu rostro envejecer

No hay razones por las que la abandoné
Hay razones por las que no la olvidé
Y cantar con su voz para no decir adiós

Y pensar que os traerá,
nuestra muerte una gran felicidad
Esta noche de fiesta mi alma subirá
Tú eres vida en mi muerte
A tu lado me tendrás
Si me tiendes la mano el baile podrá empezar

O Dia dos Mortos

Não há razões para eu ter a abandonado
Há razões para eu não ter esquecido
E cantar com sua voz para não dizer adeus
E cantar… e cantar mil canções

Eu sou o vento neste mundo
que te sussurra ao ouvido,
Que acenda velas no meu leito
E espere anoitecer com seu lenço e seu vestido

Quero te ter entre meus braços
Quero esta noite estar contigo
Eu sou a morte que dança contigo
até o amanhecer
E você, iluminou meu caminho

Não há razões para eu ter a abandonado

E vamos dançar com os mortos
até ver o sol nascer
E ao chegar o mês de novembro eu vejo
tua face envelhecer

Não há razões para eu ter a abandonado
Há razões para eu não ter esquecido
E cantar com sua voz para não dizer adeus

E pensar que isso trará,
nossa morte uma grande felicidade
Esta noite de festa minha alma subirá
Você é vida na minha morte
Ao seu lado eu estarei
Se você me estender a mão a dança poderá começar

Composição: Andres Conejero Rodilla, Miguel Angel Escriva Blasco