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Tiempo

La Raíz

Letra

Significado

Tempo

Tiempo

Por se o tempo não perdoaPor si el tiempo no perdona
Quatro loucos quebramos o calendárioCuatro locos hemos roto el calendario
E continuaremos procurando a maneira de contá-loY seguiremos buscando la manera de contarlo
Porque é tempo de viver o momentoPorque es tiempo de vivir el momento
Mesmo que nos falte oxigênio e tudo seja efêmeroAunque nos falte oxígeno y todo sea efímero
A chuva lá fora continua nos alertandoSigue alertándonos la lluvia ahí fuera
Com tsunamis de sangue nesta minha guerraCon tsunamis de sangre en esta mi guerra
Senhor, atire em mim quando, tão feridoSeñor, dispárame cuando, de tan herido
Eu não agitar mais as asas, não ver mais o caminhoYa no agite las alas, ya no vea el camino
Me leve ao vasto jardim onde crescemosLlévame al basto jardín en que crecimos
Me dê outra chanceDame otra oportunidad
Antes que o esquecimento habiteAntes que habite el olvido

E agora que voltam por vocêY ahora que vuelven a por ti
Para decidir sua vidaA decidir tu vida
Agora que nos falta o arAhora que nos falta el aire
Agora a dança se aceleraAhora se acelera el baile

E no Mediterrâneo já não há quem respireY en el Mediterráneo ya no hay quien respire
A morte nos encontrará encharcados de sexo e suorLa muerte nos encontrará empapados de sexo y sudor
Sem dono e sem DeusSin dueño y sin Dios
Correndo mais que os cães do ódioCorriendo más que los perros del odio
Em plena dança de ninguénsEn plena danza de nadies
Você e eu, sob o Sol de uma terra sem dono e sem DeusTú y yo, al Sol de una tierra sin dueño y sin Dios

E a morte volta a te visitarI torna la mort a visitar-te

Dos carros do palácio à angústia do migrante há uma poça, há uma poçaDe los coches de palacio a la angustia del migrante hay un charco, hay un charco
Da fome miserável ao desfalque nos camarotes elegantes do poder há uma poçaDe la hambruna miserable al desfalco en los palcos elegantes del poder hay un charco
Do suicídio juvenil aos monstros dos púlpitosDel suicidio juvenil a los monstruos de los púlpitos
De um hoje hostil, a um futuro escritoDe un hoy hostil, a otro futuro escrito
Há uma poçaHay un charco
E a morte volta a te visitarI torna la mort a visitar-te

E agora que voltam por vocêY ahora que vuelven a por ti
Para decidir sua vidaA decidir tu vida
Agora que nos falta o arAhora que nos falta el aire
Agora a dança se aceleraAhora se acelera el baile

E no Mediterrâneo já não há quem respireY en el Mediterráneo ya no hay quien respire
A morte nos encontrará encharcados de sexo e suorLa muerte nos encontrará empapados de sexo y sudor
Sem dono e sem DeusSin dueño y sin Dios
Correndo mais que os cães do ódioCorriendo más que los perros del odio
Em plena dança de ninguénsEn plena danza de nadies
Você e eu, sob o Sol de uma terra sem dono e sem DeusTú y yo, al Sol de una tierra sin dueño y sin Dios

Composição: Pablo Sanchez / Josep López. Essa informação está errada? Nos avise.

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