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Dias de Manjericão

La Ronda De Boltaña

Dias De Albahaca

¡que lentas pasan las tardadas de invierno
Pensando en los hijos que andan lejos!;
Por las alcobas vacias gime el viento,
Mientras tu coses junto al hogar.

Y en ese rincon a salvo de los hielos
Donde tus plantas sueles guardar,
Las ves secas y piensas mirando al cielo,
Si la primavera volvera.

Pronto estaremos juntos, y estallara la fiesta;
Sin darnos cuenta la albahaca reverdecio.
¡como brillan tus ojos, seca esa glarimeta,
Saca el pañuelo y al invierno dile adios!

Echame, madre, echame un ramico de albahaca
De esa maceta que tienes en el balcon.
Fresca como el rocio, albahaca perfumada,
Un beso que huesca y tu me dais con amor.

Echanos, madre, echanos ramicos de albahaca
De ronda venimos mis amigos y yo.
Que aunque no oigas cohetes ni repiquen campanas,
Si huele a albahaca es fiesta en el altoaragon.

Que lentas pasan las tardadas de invierno
Cuando me vienes al pensamiento.
El calendario, niña, es como un desierto
Que para verte he de cruzar

Y aunque estas tan lejos y hace tanto tiempo
No creas que he podido olvidar
El aroma de la albahaca y de tu pelo
La seda negra de tu mirar

Pronto estaremos juntos, y estallara la fiesta;
Sin darnos cuenta la albahaca reverdecio.
¡como brillan tus ojos, seca esa glarimeta,
Saca el pañuelo y al invierno dile adios!

Echame, niña, echame un ramico de albahaca
De esa maceta que tienes en el balcon.
Fresca como el rocio, albahaca perfumada,
Un beso que huesca y tu me dais con amor.

Echanos, niña, echanos ramicos de albahaca
De ronda venimos mis amigos y yo.
Que aunque no oigas cohetes ni repiquen campanas,
Si huele a albahaca es fiesta en el altoaragon.

Dias de Manjericão

Que lentas passam as tardes de inverno
Pensando nos filhos que estão longe!;
Pelas alcovas vazias geme o vento,
Enquanto você costura junto ao lar.

E nesse cantinho a salvo do frio
Onde suas plantas costuma guardar,
As vê secas e pensa olhando pro céu,
Se a primavera vai voltar.

Logo estaremos juntos, e a festa vai estourar;
Sem perceber, o manjericão reverdeceu.
Como brilham seus olhos, seca essa tristeza,
Tire o lenço e ao inverno diga adeus!

Me dá, mãe, me dá um raminho de manjericão
Dessa jardineira que você tem na varanda.
Fresca como o orvalho, manjericão perfumado,
Um beijo que você me dá com amor.

Nos dê, mãe, nos dê raminhos de manjericão
De ronda viemos, meus amigos e eu.
Que embora você não ouça fogos nem badalar de sinos,
Se cheira a manjericão, é festa no Alto Aragon.

Que lentas passam as tardes de inverno
Quando você vem à minha mente.
O calendário, menina, é como um deserto
Que pra te ver eu tenho que atravessar.

E embora você esteja tão longe e faça tanto tempo
Não pense que consegui esquecer
O aroma do manjericão e do seu cabelo
A seda negra do seu olhar.

Logo estaremos juntos, e a festa vai estourar;
Sem perceber, o manjericão reverdeceu.
Como brilham seus olhos, seca essa tristeza,
Tire o lenço e ao inverno diga adeus!

Me dá, menina, me dá um raminho de manjericão
Dessa jardineira que você tem na varanda.
Fresca como o orvalho, manjericão perfumado,
Um beijo que você me dá com amor.

Nos dê, menina, nos dê raminhos de manjericão
De ronda viemos, meus amigos e eu.
Que embora você não ouça fogos nem badalar de sinos,
Se cheira a manjericão, é festa no Alto Aragon.

Composição: