Condenado a muerte
[...que va, si se pasa el dia metido en el matadero.
-Con que en el matadero ¿no?,
escriba ahi secretario,
¡Venga la sentencia!]
Miles de hombres cruzando la cerca
como animales van cautivos a la libertad,
sus cazadores furtivos los esperan
y no saben que sueños puedan encontrar
¡¡corre que huye, corre que vuela!!
corre que escapa ve o vuelve a tu final!!
Corre a la zaga
y ten cuidado de que en tierras lejanas
te pueden condenar.
Los dulces sueños se han derrumbado,
y en una pesadilla has despertado
de como un cuerpo con recuerdos
que tu tienes mil kilometros,
y sin familia miedo tienes.
El paraiso y riquezas querias encontrar
lejos de tu pobreza un oportunidad
solo encontraste racismo y agresiones,
caminabas por la calle,
llegó la policia para...
tu detención,
no había razón.
Y te preguntas porque ha pasado?
si yo a nadie he asesinado,
tu único delito haber nacido mexicano
y aunque eres inocente es motivo suficiente
Condenado a morir,
condenado a recibir la muerte.
[...y el punto final fue cuando salió del cortejo fúnefre rumbo a la metrópolis.]
Son las siete de la mañana, yaces tendido
en una plancha, las jeringas se activan y un
liquido mortal vieja por tus venas,
comienzas a soñar en blanco y negro.
Vivir, soñar, ser libre...
¡No le tengo miedo a la muerte!!
Condenado à Morte
[...que vai, se passa o dia metido no matadouro.
- Então no matadouro, né?,
escreve aí, secretário,
¡Vem a sentença!]
Milhares de homens cruzando a cerca
como animais vão cativos à liberdade,
suas armadilhas os esperam
e não sabem que sonhos podem encontrar
!!corre que foge, corre que voa!!
correndo pra escapar, vai ou volta pro seu final!!
Corra pra trás
e tenha cuidado que em terras distantes
podem te condenar.
Os doces sonhos desmoronaram,
e numa pesadelo você acordou
de como um corpo com lembranças
que você tem mil quilômetros,
e sem família, você tem medo.
O paraíso e riquezas você queria encontrar
longe da sua pobreza, uma oportunidade
só encontrou racismo e agressões,
caminhava pela rua,
chegou a polícia pra...
sua detenção,
não havia razão.
E você se pergunta por que aconteceu?
se eu não matei ninguém,
seu único crime foi ter nascido mexicano
e mesmo sendo inocente, é motivo suficiente
Condenado a morrer,
condenado a receber a morte.
[...e o ponto final foi quando saiu do cortejo fúnebre rumo à metrópole.]
São sete da manhã, você está deitado
em uma mesa, as seringas se ativam e um
líquido mortal corre pelas suas veias,
você começa a sonhar em preto e branco.
Viver, sonhar, ser livre...
¡Não tenho medo da morte!!