
Sinestesia
Laercio Lins
Quando o coração
Bater de frente com a voz da razão
Vai refletir no peito
Um pulsar sem jeito
E um olhar sem direção
Quando os olhos meus
Não enxergarem mais o meu interior
Deixarão de ser janelas da mente
Que informa pra gente
O que há no mundo exterior
Quando as minhas mãos
Não conseguirem mais sentir o teu viver
Deixarão de ver a forma da vida
Da beleza esculpida
Pelas mãos do criador
Vem do coração
O sorriso que expressa a calma
Que anima a alma
E a deixa cheia de emoção
Vem do do Deus de amor
O que não se abala
Pois, a boca fala
Do que vive cheio o seu interior



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