Fairytale
In the forest, in the wilderness
a little cottage, on a clearing
light-proof windows, a rotten door
creepy dark rooms, hold a secret,
there he lives, an old man
years of sorrow and loneliness
his face is pale, grey and folded
his hair is long and white as snow
he hates you, he takes you, mistreats you
his madness, infects you, destroys you
he talks to spiders and spleeps with angels
dances at midnight and feeds the wolves
civilisation lost a son
he´s grown wild, bewilderbeast
deplorable people, lost their way
the madman´s home, sealed their fate
noone knows, what he´s done
a pile of bones, a cruel suspicion
he hates you, he takes you, mistreats you
his madness, infects you, destroys you
he´s banished from the sunlight, to scrape a living
in sinful harmony with mother nature
he´s banished from the sunlight, to scrape a living
in sinful harmony with mother nature
there he lives, an old man
years of sorrow and loneliness
his face is pale, grey and folded
his hair is long and white as snow
he talks to spiders and spleeps with angels
dances at midnight and feeds the wolves
civilisation lost a son
he´s grown wild, bewilderbeast
he hates you, he takes you, mistreats you
his madness, infects you, destroys you
he´s banished from the sunlight, to scrape a living
in sinful harmony with mother nature
Conto de Fadas
Na floresta, no mato
uma casinha, numa clareira
janelas à prova de luz, uma porta podre
quartos escuros e assustadores, guardam um segredo,
el vive lá, um velho
anos de tristeza e solidão
seu rosto é pálido, cinza e enrugado
seu cabelo é longo e branco como a neve
ele te odeia, ele te leva, te maltrata
sua loucura, te infecta, te destrói
ele fala com aranhas e dorme com anjos
dança à meia-noite e alimenta os lobos
a civilização perdeu um filho
ele se tornou selvagem, uma besta confusa
pessoas deploráveis, perderam o caminho
a casa do louco, selou seu destino
ninguém sabe, o que ele fez
um monte de ossos, uma suspeita cruel
ele te odeia, ele te leva, te maltrata
sua loucura, te infecta, te destrói
ele está banido da luz do sol, para sobreviver
em harmonia pecaminosa com a mãe natureza
ele está banido da luz do sol, para sobreviver
em harmonia pecaminosa com a mãe natureza
lá ele vive, um velho
anos de tristeza e solidão
seu rosto é pálido, cinza e enrugado
seu cabelo é longo e branco como a neve
ele fala com aranhas e dorme com anjos
dança à meia-noite e alimenta os lobos
a civilização perdeu um filho
ele se tornou selvagem, uma besta confusa
ele te odeia, ele te leva, te maltrata
sua loucura, te infecta, te destrói
ele está banido da luz do sol, para sobreviver
em harmonia pecaminosa com a mãe natureza