Huellas (part. Magnus Mefisto)
Debajo del mantra se esconde esa luz
Que abraza ese brillo que no hay aquí
Me paso buscando y no encuentro señales
Recuerdos borrosos, ya no hay lugar
Pianos, fonolas, un viejo sonido
Me aturde con tanto que hacer
Nada me sale, las notas se apagan
Y el miedo no tarda en resurgir
Marca las horas, la arena se agota
La tinta se seca con hojas que queman
La música suena bailando en silencio
Cortinas de humo, una voz que se aleja y así
No hay más dolor
Que vi nacer
Desde adentro y alguna vez sentí
No bastará con olvidar
Quizás lo sé, pero borre
Mis propias huellas
Al final el camino se encuentra al crecer
Dejando el orgullo lejos de mi
Marcando las huellas forjadas en venas
Siguiendo un destino que no es casual
Golpeo lo poco que queda del alma
La agito, levanto y la observo al seguir
Nada la mata, la voz se acelera
Latidos que no se van
El tiempo se agota y la tinta se acaba
El vacío metal se devora mi cama
Cortinas de humo, la mano me tiembla
Me invaden las dudas, la voz que se aleja y así
No hay más dolor
Que vi nacer
No dejaré, esta vez
Mis propias huellas
Me encontrarás fallándome
Y te alejé, te busqué
En mis propias huellas
No hay más dolor
Que vi nacer
No dejaré, esta vez
Mis propias huellas
Me encontrarás fallándome
Y te alejé, te perderé, te busqué
En mis propias huellas
Pegadas (part. Magnus Mefisto)
Debajo do mantra se esconde essa luz
Que abraça esse brilho que não tem aqui
Fico procurando e não encontro sinais
Lembranças borradas, já não há lugar
Pianos, fonolas, um som antigo
Me aturde com tanto pra fazer
Nada sai certo, as notas se apagam
E o medo logo ressurge
Marca as horas, a areia se esgota
A tinta seca com folhas que queimam
A música toca dançando em silêncio
Cortinas de fumaça, uma voz que se afasta e assim
Não há mais dor
Que vi nascer
De dentro e alguma vez senti
Não vai bastar esquecer
Talvez eu saiba, mas apaguei
Minhas próprias pegadas
No final, o caminho se encontra ao crescer
Deixando o orgulho longe de mim
Marcando as pegadas forjadas nas veias
Seguindo um destino que não é por acaso
Bato no pouco que resta da alma
A agito, levanto e a observo ao seguir
Nada a mata, a voz se acelera
Batimentos que não se vão
O tempo se esgota e a tinta acaba
O vazio metálico devora minha cama
Cortinas de fumaça, a mão me treme
Me invadem as dúvidas, a voz que se afasta e assim
Não há mais dor
Que vi nascer
Não vou deixar, dessa vez
Minhas próprias pegadas
Você me encontrará falhando
E eu te afastei, te procurei
Nas minhas próprias pegadas
Não há mais dor
Que vi nascer
Não vou deixar, dessa vez
Minhas próprias pegadas
Você me encontrará falhando
E eu te afastei, te perderei, te procurei
Nas minhas próprias pegadas