Chains Of The White Phoenix
In her mind's twilight, the white phoenix roams
Her wings once ablaze, now cold as stone
A silent flame, her inner fire fights
Against the chains unseen, through endless nights
Longing for the sky, for rebirth she yearns
Her soul barely alive, as doubt twists and turns
Dreaming of the day her flight will soar
When her feathers blaze in glory once more
Once immaculate, now her feathers bear stains
Marked by afflictions, by sorrow's chains
Reflecting conflicts that rage deep within
Turning her hopes into prisons so grim
Longing for the sky, for rebirth she yearns
Her soul barely alive, as doubt twists and turns
Dreaming of the day her flight will soar
When her feathers blaze in glory once more
With each dawn, she faces her mind's confining walls
Negative thoughts bind like relentless iron thralls
Fighting the darkness, keeping her tale alive
Believing in freedom, for which she strives
When finally her bonds shatter, her victory cry will sound
Her mind transformed from prison to a sacred ground
Reborn in strength, more radiant than before
The white phoenix rises, to soar once more
Now she claims the sky, her rebirth so clear
Her soul revived, free from fear
Soaring above, with feathers ablaze
The white phoenix ascends, in luminous grace
Correntes do Fênix Branco
No crepúsculo da mente, o fênix branco vagueia
Suas asas antes em chamas, agora frias como pedra
Uma chama silenciosa, seu fogo interno luta
Contra as correntes invisíveis, por noites sem fim
Ansiando pelo céu, por renascimento ela anseia
Sua alma mal viva, enquanto a dúvida se contorce
Sonhando com o dia em que seu voo vai brilhar
Quando suas penas arderem em glória mais uma vez
Antes imaculada, agora suas penas têm manchas
Marcadas por aflições, pelas correntes da dor
Refletindo conflitos que ardem dentro de si
Transformando suas esperanças em prisões tão sombrias
Ansiando pelo céu, por renascimento ela anseia
Sua alma mal viva, enquanto a dúvida se contorce
Sonhando com o dia em que seu voo vai brilhar
Quando suas penas arderem em glória mais uma vez
A cada amanhecer, ela enfrenta as paredes que a aprisionam
Pensamentos negativos a prendem como ferros implacáveis
Lutando contra a escuridão, mantendo sua história viva
Acreditando na liberdade, pela qual ela luta
Quando finalmente suas correntes se quebrarem, seu grito de vitória soará
Sua mente transformada de prisão em um solo sagrado
Renascida em força, mais radiante do que antes
O fênix branco se ergue, para voar mais uma vez
Agora ela reivindica o céu, seu renascimento tão claro
Sua alma revivida, livre do medo
Planando acima, com penas em chamas
O fênix branco ascende, em graça luminosa
Composição: Emerson Lara, Rafaela Fernanda Lopes