La Cuna Vacía
Traigo madre las carnes abiertas
por lo k acabo de oir.
Dos vecinas en la casa puerta,
creo k estaban ablando de mi,
kreo k estaban abland de mi,
necesito de ti una respuesta,
kn la duda no puedo vivir.
Comentaban sus leguas de arpías,
que a mi me encontró mi padre
kuando apenas kontaba unos dias
referían k no eran mi madre y k soy arrecogia
Dime k es mentira madre,
no te lo puedo negar,
pero a esas lenguas que ablen
k yo a ti te kiero mas k si llevaras mi sangre
Golpearon tres veces la puerta,
esa fria madruga.
Y tu padre k esta siempre alerta
preguntaba extraño quien va,
preguntaba extrañado kien va
y un silencio mortal por respuesta
hasta k tu rompiste a llorar
Y en la cuna k andaba vacía
esperando la llegada
de ese hijo k no me nacia,
mientra yo te cantaba una nana
te kedaste tu dormía.
Dime kienes son mis padres,
no me lo vas a contar,
x favor no te sientas kulpable,
k yo a ti te kiero mas k si llevara tu sangre.
Hablame komo madre y amiga
no me escondas la verdad.
Necesito mamá k me digas,
kien me pudo deja en el portal
kien me pudo deja en el portal,
y ese dios x que nunca castiga
a kien obra kon tanta maldad.
Nada se de esa pobre criatura
si merece o no castigo
pero se k la vida es muy dura
sabe dios x que graves motivo
se embarcó en esta locura.
Cuentamelo todo madre
k mas te puedo kontar
ya es inutil buscar responsables
k yo a ti te kiero mas k si llevaras mi sangre
Fue un regalo caido del cielo
tu llegada a nuestro hogar.
No imaginas chikilla el revuelo
k formaste en la vecindad
k formaste en la vecindad
desde entonces tu a sido el consuelo
y el remanso de misoledad.
Cuentame si a venido a buscarme
si se encuentra arrepentida
k razón la empujó abandonarme
k problemas la pobre tendria
k ganaba kon dejarme
Que mas podría contarte
me duele el verte llorar
x que tu eres mu unica madre
y yo a ti te kiero mas k si llevaras mi sangre.
O Berço Vazio
Traigo mãe, as carnes abertas
pelo que acabei de ouvir.
Duas vizinhas na porta da casa,
acho que estavam falando de mim,
acho que estavam falando de mim,
preciso de ti uma resposta,
com a dúvida não consigo viver.
Comentavam suas línguas de arpias,
que meu pai me encontrou
quando eu mal contava alguns dias
referiam que não eram minha mãe e que sou adotado.
Diz que é mentira, mãe,
não posso negar,
mas a essas línguas que falam
que eu a ti quero mais do que se carregasse meu sangue.
Bateram três vezes na porta,
essa fria madrugada.
E teu pai que está sempre alerta
perguntava estranho quem vai,
perguntava espantado quem vai
e um silêncio mortal como resposta
até que você começou a chorar.
E no berço que estava vazio
esperando a chegada
desse filho que não nascia,
mientras eu te cantava uma canção de ninar
tu ficaste dormindo.
Diz quem são meus pais,
não me vai contar,
pelo amor de Deus, não se sinta culpada,
que eu a ti quero mais do que se carregasse seu sangue.
Fale comigo como mãe e amiga
não me esconda a verdade.
Preciso, mamãe, que me digas,
quem me pôde deixar na porta
quem me pôde deixar na porta,
e esse Deus por que nunca castiga
quem age com tanta maldade.
Nada sei dessa pobre criatura
se merece ou não castigo
mas sei que a vida é muito dura
sabe Deus por que graves motivos
se embarcou nessa loucura.
Conte-me tudo, mãe
que mais te posso contar
já é inútil buscar responsáveis
que eu a ti quero mais do que se carregasse meu sangue.
Foi um presente caído do céu
a sua chegada ao nosso lar.
Não imagina, menina, o alvoroço
que você formou na vizinhança
que você formou na vizinhança
desde então você tem sido o consolo
e o refúgio da minha solidão.
Conte-me se veio me buscar
se se encontra arrependida
que razão a empurrou a me abandonar
que problemas a pobre teria
que ganhava com me deixar.
Que mais poderia te contar
me dói ver você chorar
porque você é minha única mãe
e eu a ti quero mais do que se carregasse meu sangue.