Días de Tristeza
Estos son días de tristeza
Tristeza que quiso volver
Volver con tu voz tristeza
Tristeza por volverte a ver
Volverte a ver no creía
Creíate nunca volver
¿Volviendo quién te has creído
Creyendo que podías volver?
Mis brazos ya han encontrado
Danzares más libres que aquel
Que aquel de tener en mis brazos
Tu pecho y tus manos de plomo y hiel
Mis pasos ya han caminado
Vereda y cañada en vaivén
Van vienen tus ojos jurando cariños en vano, ceniza y miel
Van vienen tus ojos jurando cariños en vano, ceniza y miel
(Ranchera)
Ay, amor
Cariñito, amor mío, ven, vuelve conmigo
Dame tu querer
El agua
No corre en el río, el cielo no es cielo
Si no estás aquí
Ya no hay luz
Sin faros aquellos, tus ojos tan bellos
Que no han de volver
Volver a estos brazos que esperan
Que sufren, que anhelan
Volverte a tener
(A tener)
Volver a estas manos que tiemblan
Si a tus bellas manos
Ya no han de envolver
(A envolver)
Volver a estos ojos que lloran
Que sufren, te adoran
Solo te han de ver
(Te han de ver)
Volver a estos labios que cantan
Que notas quebrantan
Por tanto beber
(Ay, beber)
Volver a estas cejas que expresan
Profunda tristeza
Tremendo doler
(¡Qué doler!)
Volver a este cuello torcido
Por tantos los rezos
Que al cielo imploré
(Imploré)
Volver a estos hombros henchidos
Por tantos suspiros
Que te suspiré
(Suspiré)
Volver a estos codos que
(Hablado)
Bueno, para tanto achaque
(Cantado)
Tú no has de volver
(Chilena)
No hubo en vida un día triste
Tan triste como el día aquel
Aquel día en el que te fuiste
Marchándote con mi querer
Llegan a mí tus palabras
Palabras de frío y desdén
Tu voz en la fría calma
Recuerdo y no la olvidaré
No miento, yo te he llorado
En lágrima, tinta y papel
Aquel que convierte en un canto
Lo que antes fue llanto no ha de temer
No vivo más en la espera
De días que no he de tener
Los días de melancolía, de aquellas promesas que no han de ser
Los días de melancolía, de aquellas promesas que no han de ser
Y así como aquellos días y aquel ayer
Tú no has de volver
Dias de Tristeza
Esses são dias de tristeza
Tristeza que quis voltar
Voltar com sua voz tristeza
Tristeza por te reencontrar
Te reencontrar não acreditava
Acreditava que nunca ia voltar
Quem você pensa que é voltando
Achando que podia voltar?
Meus braços já encontraram
Dançar mais livres que aquele
Aquele de ter em meus braços
Teu peito e tuas mãos de chumbo e veneno
Meus passos já caminharam
Caminho e vale em vaivém
Vão e vêm teus olhos jurando amores em vão, cinzas e mel
Vão e vêm teus olhos jurando amores em vão, cinzas e mel
(Ranchera)
Ai, amor
Meu bem, amorzinho, vem, volta comigo
Dá-me teu querer
A água
Não corre no rio, o céu não é céu
Se não estás aqui
Já não há luz
Sem aqueles faróis, teus olhos tão belos
Que não vão voltar
Voltar a esses braços que esperam
Que sofrem, que anseiam
Te ter de novo
(De novo)
Voltar a essas mãos que tremem
Se a tuas belas mãos
Já não vão envolver
(Envolver)
Voltar a esses olhos que choram
Que sofrem, te adoram
Só te vão ver
(Vão te ver)
Voltar a esses lábios que cantam
Que notas quebram
Por tanto beber
(Ai, beber)
Voltar a essas sobrancelhas que expressam
Profunda tristeza
Tremendo dor
(Que dor!)
Voltar a esse pescoço torcido
Por tantas orações
Que ao céu implorei
(Implorei)
Voltar a esses ombros inchados
Por tantos suspiros
Que te suspirei
(Suspirei)
Voltar a esses cotovelos que
(Falado)
Bom, para tanto sofrimento
(Cantado)
Você não vai voltar
(Chilena)
Não houve na vida um dia triste
Tão triste quanto aquele dia
Aquele dia em que você foi embora
Partindo com meu querer
Chegam até mim suas palavras
Palavras de frio e desdém
Sua voz na calma fria
Lembro e não vou esquecer
Não minto, eu te chorei
Em lágrima, tinta e papel
Aquele que transforma em canto
O que antes foi choro não vai temer
Não vivo mais na espera
De dias que não vou ter
Os dias de melancolia, daquelas promessas que não vão ser
Os dias de melancolia, daquelas promessas que não vão ser
E assim como aqueles dias e aquele ontem
Você não vai voltar
Composição: Laura Itandehui