Nada Me Importa
Otra noche más, el frío entre los dos
Te busco en la cama, pero solo estás tú
Cuando enfermo estás, el mundo se detiene
Pero si soy yo, ni te importa, ni te duele
Siempre fui yo la que quiso arreglar
La que luchó por no vernos quebrar
Pero el eco de mi voz en la oscuridad
Me dice que ya, no hay nada que salvar
Y poco a poco me vuelvo ceniza
Mi reflejo ya no brilla en tu risa
Dame un motivo, dime una razón
Porque este amor se siente prisión
Me estoy perdiendo en esta rutina
Donde mi alma ya no respira
Y nada me importa, nada me importa ya
No hay palabras dulces, ni un te ves bien
Solo buscas lo que te haga sentir bien
Si lloro en silencio, ni cuenta te das
Pero si te duele, lo debo arreglar
Siempre fui yo la que quiso sanar
La que creyó que aún quedaba algo más
Pero el eco de mi voz en la oscuridad
Me grita que ya, es hora de soltar
Y poco a poco me vuelvo ceniza
Mi reflejo ya no brilla en tu risa
Dame un motivo, dime una razón
Porque este amor se siente prisión
Me estoy perdiendo en esta rutina
Donde mi alma ya no respira
Y nada me importa, nada me importa ya
Antes dolía, ahora es un hueco
Ya no me quema, solo es desierto
Y si un día preguntas por qué me fui
Solo responde con lo que nunca me diste a mí
Se acabó todo
Porque poco a poco me hice ceniza
Y mi reflejo se ahogó en tu risa
No hubo motivos, no hubo razón
Solo me fui, sin pedir perdón
Me perdí en esta rutina
Y mi alma ya no respira
Nada me importa, nada me importa ya
Nada Me Importa
Mais uma noite, o frio entre nós
Te procuro na cama, mas só tem você
Quando você fica doente, o mundo para
Mas se sou eu, nem te importa, nem te dói
Sempre fui eu quem quis consertar
A que lutou pra não nos vermos quebrar
Mas o eco da minha voz na escuridão
Me diz que já não há nada pra salvar
E pouco a pouco me torno cinzas
Meu reflexo já não brilha no seu sorriso
Me dá um motivo, me diz uma razão
Porque esse amor se sente como prisão
Estou me perdendo nessa rotina
Onde minha alma já não respira
E nada me importa, nada me importa mais
Não há palavras doces, nem um "você tá bem"
Só busca o que te faça sentir bem
Se eu choro em silêncio, você nem percebe
Mas se te dói, eu que tenho que consertar
Sempre fui eu quem quis curar
A que acreditou que ainda havia algo mais
Mas o eco da minha voz na escuridão
Grita que já é hora de soltar
E pouco a pouco me torno cinzas
Meu reflexo já não brilha no seu sorriso
Me dá um motivo, me diz uma razão
Porque esse amor se sente como prisão
Estou me perdendo nessa rotina
Onde minha alma já não respira
E nada me importa, nada me importa mais
Antes doía, agora é um buraco
Já não me queima, só é deserto
E se um dia você perguntar por que eu fui
Só responde com o que nunca me deu
Acabou tudo
Porque pouco a pouco me fiz cinzas
E meu reflexo se afogou no seu sorriso
Não houve motivos, não houve razão
Só fui embora, sem pedir perdão
Me perdi nessa rotina
E minha alma já não respira
Nada me importa, nada me importa mais
Composição: Laura de La Cruz Ventura