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Poeta, Tolo ou Vagabundo

Lee Hazlewood

Poet, Fool Or Bum

She came running down the highway, naked as the sun
Said she are you going my way poet, fool or bum
Red hair had she, saw right through me, but what could she see?
A poet? No, A fool? I hope not. A bum?
No.....I'm only me

When her left hand touched the water fire and smoke did come
Laughing like some virgin's daughter, said she run for run.
Freedom sleeps in caves where dreams are just in dreams we're free
A poet? No, A fool? I hope not. A bum?
No.....I'm only me

Interlude with humming:
Lee says something here I can't understand

Put her cruel lips to a bottle, label Christmas Day
Said she everyday is Christmas, drink some while you may.
Touched the bottle, broke into the cross of calvary
A poet? No, A fool? I hope not. A bum?
No.....I'm only me

Then she gave me toy soldiers, bright and shiny new.
Take them, said she, to the children, they'll know what to do.
Soon their games of madness will become reality
A poet? No, A fool? I hope not. A bum?
No.....I'm only me

Said she'd take me to the morning rains my soul's on fire
I said morning rains I've heard will wash away desire
She grew angry wings and left in circled finity
A poet? No, A fool? I hope not. A bum?
No.....I'm only me
No.....I'm only me
No.....I'm only me

Poeta, Tolo ou Vagabundo

Ela veio correndo pela estrada, nua como o sol
Disse: você vai na minha direção, poeta, tolo ou vagabundo?
Cabelos vermelhos ela tinha, via direto através de mim, mas o que ela poderia ver?
Um poeta? Não, um tolo? Espero que não. Um vagabundo?
Não..... eu sou só eu

Quando a mão esquerda dela tocou a água, fogo e fumaça surgiram
Rindo como a filha de uma virgem, disse: corre, corre.
A liberdade dorme em cavernas onde os sonhos são só sonhos, estamos livres
Um poeta? Não, um tolo? Espero que não. Um vagabundo?
Não..... eu sou só eu

Interlúdio com zumbido:
Lee diz algo aqui que não consigo entender

Colocou seus lábios cruéis em uma garrafa, rótulo Dia de Natal
Disse: todo dia é Natal, beba enquanto pode.
Tocou a garrafa, quebrou na cruz do calvário
Um poeta? Não, um tolo? Espero que não. Um vagabundo?
Não..... eu sou só eu

Então ela me deu soldados de brinquedo, brilhantes e novinhos.
Leve-os, disse ela, para as crianças, elas saberão o que fazer.
Logo seus jogos de loucura se tornarão realidade
Um poeta? Não, um tolo? Espero que não. Um vagabundo?
Não..... eu sou só eu

Disse que me levaria para as chuvas da manhã, minha alma está em chamas
Eu disse que as chuvas da manhã ouvi dizer que vão lavar o desejo
Ela ficou com raiva, ganhou asas e partiu em um círculo infinito
Um poeta? Não, um tolo? Espero que não. Um vagabundo?
Não..... eu sou só eu
Não..... eu sou só eu
Não..... eu sou só eu

Composição: Lee Hazlewood