El Demonio de La Perversidad
Ciega oscuridad
Abatimiento, tu debilidad
Exasperación, fantasmagoría
Desesperación
Blanca es tu desnudez
Sucia tu obesidad
De almizcle es el dolor
Que desprende tu piel
Clavé en tu piel
Anzuelos que
Te atan a mí
Ratas a tu alrededor
Tenue y pávida tu voz
Quedas tú y solo tú
Cuando el deseo
No se logra alcanzar
Situé espejos a mi alrededor
Si miras en alguno me verás a mí
Tus propios fantasmas
Inundé tu vida en desesperación
Entierro prematuro de tu voluntad
En la depresión
Envuelto entre sombras
La pulsión, irresistible hacia el error
Tienes que dejarte arrastrar
Por el demonio de las perversiones
Persistir, aunque todo acabe mal
La excitación al demonio de la perversión
La atracción hacia el abismo
Alas negras, el delirio
Alma en pena
Danzan los demonios que hay en ti
Lóbrega mansión, gélido lugar
Enfermiza visión
Viniste a tu hogar, tu mundo era así
Recreaste tu propia esencia
Me hiciste esto a mí
No te hice llamar
Retrataste tu
Casa usher
Mi hermana murió
Bastardo escritor
Me enviaste a tu propio infierno
La destrucción de mi vida plasmé en tu hogar
¿Qué te hice yo?
Mi manera de huir
Tu maldición recayó en mi apellido
¿Por qué?
Me sinceraba ante el mundo
Oh, madeleine
La enterramos en vida
¡Por Dios!
Fue una invención
Me limito a escribir
Mi inspiración, criaturas sin vida
Ese es tu gran error
Tu dolor yace en mí
Marchas, vagando a ninguna parte
¿Persiguiendo a quién?
Buscas aún tras mis pasos errantes
Un recuerdo de ti
Muerte roja enmascarada se cubre
Con su mano el rostro, mientras grita
¡Muere, muere, muere!
Aeternus
¡Muere, muere, muere!
Cuando el tiempo se detiene
Tras mi paso
Besa esta máscara de horror
Cuando el tiempo se detiene
En el lánguido susurro de la noche
Acércate a mi manto negro
Y besa esta máscara de horror
La pulsión, irresistible hacia el error
Tienes que dejarte arrastrar
Por el demonio de las perversiones
Persistir, aunque todo acabe mal
La excitación al demonio de la perversión
La atracción hacia el abismo
O Demônio da Perversidade
Cegante escuridão
Desânimo, sua fraqueza
Exasperação, fantasmagoria
Desespero
Branca é sua nudez
Suja sua obesidade
De almíscar é a dor
Que emana da sua pele
Cravei em sua pele
Anzóis que
Te prendem a mim
Ratos ao seu redor
Fraca e pálida sua voz
Só você e apenas você
Quando o desejo
Não se consegue alcançar
Coloquei espelhos ao meu redor
Se olhar em algum, me verá
Seus próprios fantasmas
Inundei sua vida em desespero
Enterro prematuro da sua vontade
Na depressão
Envolto entre sombras
A pulsão, irresistível para o erro
Você tem que se deixar levar
Pelo demônio das perversões
Persistir, mesmo que tudo acabe mal
A excitação ao demônio da perversão
A atração pelo abismo
Asas negras, o delírio
Alma penada
Dançam os demônios que há em você
Mansão sombria, lugar gélido
Visão doentia
Você veio para sua casa, seu mundo era assim
Recriou sua própria essência
Você me fez isso
Não te chamei
Retratou sua
Casa Usher
Minha irmã morreu
Bastardo escritor
Me mandou para seu próprio inferno
A destruição da minha vida plasmei em sua casa
O que eu te fiz?
Minha maneira de fugir
Sua maldição recaiu sobre meu sobrenome
Por quê?
Me abri para o mundo
Oh, madeleine
A enterramos em vida
Por Deus!
Foi uma invenção
Me limito a escrever
Minha inspiração, criaturas sem vida
Esse é seu grande erro
Sua dor jaz em mim
Marchas, vagando para lugar nenhum
Perseguindo quem?
Ainda busca atrás dos meus passos errantes
Uma lembrança de você
Morte vermelha mascarada se cobre
Com sua mão o rosto, enquanto grita
Morra, morra, morra!
Aeternus
Morra, morra, morra!
Quando o tempo para
Após meu passo
Beije esta máscara de horror
Quando o tempo para
No sussurro lânguido da noite
Aproximar-se do meu manto negro
E beije esta máscara de horror
A pulsão, irresistível para o erro
Você tem que se deixar levar
Pelo demônio das perversões
Persistir, mesmo que tudo acabe mal
A excitação ao demônio da perversão
A atração pelo abismo