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Um Ato de Humanidade

Leichenbrand

Ein Akt der Menschlichkeit

Leise gänge schreien flüche auf mich ein.
Singen lieder von den toten in den kellern.
Und ganz leise ruft der rabe meinen
Namen. zeig erbarmen, zeige gnade und
Sei nicht wie sie.
Leise gleitet haut über stahl. langsam
Wächst die wut in meinem herz. habt zu
Lang auf mir gesessen. habt zu lang von
Mir gefressen. laden, zielen, schuss, treffer.
Laden, zielen, schuss, treffer. könnt nicht
Fliehen vor dem, was ihr versteckt. könnt
Nicht fliehen vor dem, was in euch steckt.
Leise gänge schreien flüche auf mich ein.
Singen lieder von den toten in den kellern.
Und ganz leise ruft der rabe meinen
Namen. zeig erbarmen, zeige gnade und
Sei nicht wie sie.
Weißt du wer dein ich verschont? weißt du
Wer deinen namen kennt? weißt du wer
Verrat belohnt? weißt du wer deinen mörder
Hängt? weißt du wer dein helfer ist?
Weißt du wer dich morgens weckt? weißt
Du wer mit gott sich misst? weißt du wer
Heut nacht verreckt?
Leise gänge schreien flüche auf mich ein.
Singen lieder von den toten in den kellern.
Und ganz leise ruft der rabe meinen
Namen. zeig erbarmen zeige gnade und
Sei nicht wie sie.
Tote liegen vor meinen füßen. schwer erkennbar
Ihre masken. rot fließt ein fluss
Voller gnade in die tiefe der menschlichkeit.
Mord ist ehrlich, sagt er mir. mord ist
Wahr, heute nacht. hab doch nur zurückgebracht,
Was ihr mir einst vermacht.

Um Ato de Humanidade

Silenciosas passagens gritam pragas sobre mim.
Cantam canções dos mortos nos porões.
E bem baixinho o corvo chama meu
Nome. Mostre compaixão, mostre clemência e
Não seja como eles.
Silenciosamente a pele desliza sobre o aço. Lentamente
A raiva cresce em meu coração. Vocês ficaram
Tempo demais em cima de mim. Vocês comeram de
Mim por tempo demais. Carregando, mirando, tiro, acerto.
Carregando, mirando, tiro, acerto. Não podem
Fugir do que vocês escondem. Não podem
Fugir do que está dentro de vocês.
Silenciosas passagens gritam pragas sobre mim.
Cantam canções dos mortos nos porões.
E bem baixinho o corvo chama meu
Nome. Mostre compaixão, mostre clemência e
Não seja como eles.
Você sabe quem poupou seu eu? Você sabe
Quem conhece seu nome? Você sabe quem
Recompensa a traição? Você sabe quem enforca seu assassino?
Você sabe quem é seu ajudante?
Você sabe quem te acorda de manhã? Você
Sabe quem se mede com Deus? Você sabe quem
Morre esta noite?
Silenciosas passagens gritam pragas sobre mim.
Cantam canções dos mortos nos porões.
E bem baixinho o corvo chama meu
Nome. Mostre compaixão, mostre clemência e
Não seja como eles.
Mortos estão aos meus pés. Dificilmente reconhecíveis
Suas máscaras. Um rio vermelho flui
Cheio de clemência para as profundezas da humanidade.
O assassinato é honesto, ele me diz. O assassinato é
Verdadeiro, esta noite. Apenas trouxe de volta
O que vocês me legaram um dia.

Composição: