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Sede de Culpa

Leidan

Sed de Culpas

Tu sabes, tu lo elijes asi
La culpa gritada de cara en lagrima
Y la sonrisa que pierdes cada vez que pisas la tierra muerta
Sangre escupida por manos fragiles y trabajadoras de niños sin vida ni muerte
Tu sudor... hiere mis ancias.

Cada dia llueven cuerpos, inocencias desoladas
Cada vez mi cuerpo y alma se destruyen mis ancias!
Cuando siento la sangre palpitar por el suelo
Cada es una lagrima diferente que termina por caer siempre en mis labios...
Siempre en mis labios.

Escapando del temor
Violando nuevamente
Estas llagas ensangrentadas
Inertes mecanismos
Permanecen sobre mi.

Sin pronunciar palabras
Permanece la inquietud.

Es la cupula envuelta en nuestros cuerpos
Que nos une de par en par

Y los gritos envolveran tus necesidades
Y al futuro larvado de muertes!

Mi reflejo tapa el insomnio sin rostro
Ya jamas per-sis-ten-te

Denuevo estoy aqui, en esta hiriente pero hermosa desolacion
En la solo espero el instante de tu hermoso beso
Y asi dispondremos de dos sueños solamente
Para poder volar sobre nuestros cuerpos imanisados al dolor y a ese inocente miedo

Hoy te dire, este juego no acabara... hoy te dire
Siento la desolacion! como ciega los instantes, palabras, lamentos
Mi vida es mentira!

Gritar ante mil sordos a la vez...

Aun no es violado tu nombre, tu sed de culpas.

Sede de Culpa

Você sabe, você escolhe assim
A culpa gritada em lágrimas
E o sorriso que você perde toda vez que pisa na terra morta
Sangue cuspido por mãos frágeis e trabalhadoras de crianças sem vida nem morte
Seu suor... fere minha ânsia.

Todo dia chovem corpos, inocências desoladas
Cada vez meu corpo e alma se destroem minhas ânsias!
Quando sinto o sangue pulsar pelo chão
Cada lágrima é diferente e sempre acaba caindo nos meus lábios...
Sempre nos meus lábios.

Fugindo do medo
Violando novamente
Essas feridas ensanguentadas
Mecanismos inertes
Permanecem sobre mim.

Sem pronunciar palavras
Permanece a inquietude.

É a cúpula envolta em nossos corpos
Que nos une de par em par

E os gritos envolverão suas necessidades
E o futuro larvado de mortes!

Meu reflexo tapa o insônias sem rosto
Já nunca mais per-sis-ten-te

De novo estou aqui, nesta desolação dolorosa mas linda
Na qual só espero o instante do seu lindo beijo
E assim teremos apenas dois sonhos
Para poder voar sobre nossos corpos imantados à dor e a esse inocente medo

Hoje eu vou te dizer, esse jogo não vai acabar... hoje eu vou te dizer
Sinto a desolação! como cega os instantes, palavras, lamentos
Minha vida é mentira!

Gritar diante de mil surdos ao mesmo tempo...

Ainda não foi violado seu nome, sua sede de culpa.

Composição: