Sorgu
Aðaçlar bir sabah sessizliðinde
Önce güneþe durdular
Yapraklarýnda kahýr, filizlerinde sabýr
Doðrulup aðýr aðýr kesenlerini vurdular
Balýklar bir sabah sessizliðinde
Önce karaya vurdular
Yüreklerinde kahýr, ciðerlerinde sülfür
Doðrulup aðýr aðýr tirolcüleri vurdular
Martýlar bir sabah sessizliðinde
Önce ziftlere bulandýlar
Kanatlarýnda kahýr, gagalarýnda zehir
Doðrulup aðýr aðýr, kirletenleri vurdular
Çocoklar bir sabah sessizliðinde
Önce tarihe durdular
Omuzkarýnda kahýr, yaþamlarý ya sabýr
Doðrulup aðýr aðýr, vuranlarýný sordular
Sorgo
As plantas numa manhã silenciosa
Primeiro pararam para o sol
Nas folhas, a dor, nos brotos, a paciência
Ergam-se e pesadamente cortaram suas raízes
Os peixes numa manhã silenciosa
Primeiro bateram na costa
Nos corações, a dor, nos pulmões, o enxofre
Ergam-se e pesadamente atingiram os pescadores
As gaivotas numa manhã silenciosa
Primeiro se sujaram de piche
Nas asas, a dor, nos bicos, o veneno
Ergam-se e pesadamente, atingiram os poluidores
As crianças numa manhã silenciosa
Primeiro pararam para a história
Nos ombros, a dor, suas vidas, ou paciência
Ergam-se e pesadamente, questionaram os agressores