Sürgün
Gökyüzünde yeryüzünde
Gün doðdu mu her gün ilk gün
Her gün aydýnlýktýr
Yoksa ümit her þey loþ karanlýktýr
Yar gurbette can yürekte
Bir kafeste nE amansýz
Sonsuz ayrýlýktýr geçmez zaman
Her gece hep aynýdýr
Fýrtýnada, ak ayazda
Sürgün her yerde hep yalnýzdýr
Gül açsa da, kuþ uçsa da
Görmez dargýndýr
Her durakta, her uykuda
Sürgün her nefeste yalnýzdýr
Her þafakta, her yudumda
Hasret sancýdýr
Yol olsa da, ses duysa da, dað aþsa da
Her adým son, her an son adýmdýr
Tek baþýna yalnýzlýk
Bir yankýdýr
Exílio
No céu e na terra
Quando o dia nasce, é sempre o primeiro
Todo dia é claro
Senão a esperança, tudo é escuridão
Amor distante, alma no coração
Numa jaula, o que é implacável
É uma separação sem fim, o tempo não passa
Toda noite é sempre a mesma
Na tempestade, no frio cortante
O exílio está em todo lugar, sempre sozinho
Mesmo que a rosa floresça, mesmo que o pássaro voe
Não vê, está de mal
Em cada parada, em cada sono
O exílio está em cada respiração, sozinho
Em cada amanhecer, em cada gole
A saudade é uma dor
Mesmo que haja caminho, mesmo que se ouça a voz, mesmo que se atravesse a montanha
Cada passo é o fim, cada momento é o último
Solidão é estar só
É um eco.