When the cradle cries
I see the baby's eyes, my scary eyes
His eyeballs twist faster than his brain can follow
REM while he's awake
What his eyes can't catch his soul inhales
Unable to release his karma
But at least he's still alive
He thinks he's being tucked in
But each tap on his head is a nail to his coffin
More than ever, I'm afraid to see
Through his eyes of stone
Pulling the veil off my morning mirror
Slowly the recognition basks inside of me
'Cause it's hard to resist when the cradle cries
Apathy is my only possible defense
No emotions to be judged
I just can't handle them
My head leads the dance of the numbers
I can't possibly not deny myself
But at least I'm still alive
He knows he's being tucked in
But each tap on his head I'm afraid to hurt him
More than ever, I can see
Through his watery eyes
Wiping the dew off my morning mirror
Slowly the recognition basks inside of me
'Cause it's hard to resist when the cradle cries
Quando o berço chora
Vejo os olhos do bebê, meus olhos assustadores
Suas pupilas giram mais rápido do que seu cérebro consegue acompanhar
REM enquanto ele está acordado
O que seus olhos não conseguem pegar, sua alma inala
Incapaz de liberar seu karma
Mas pelo menos ele ainda está vivo
Ele pensa que está sendo colocado pra dormir
Mas cada tapinha na cabeça é um prego no seu caixão
Mais do que nunca, tenho medo de ver
Através de seus olhos de pedra
Desvelando o espelho da manhã
Devagar, o reconhecimento se instala em mim
Porque é difícil resistir quando o berço chora
A apatia é minha única defesa possível
Sem emoções para serem julgadas
Simplesmente não consigo lidar com elas
Minha cabeça lidera a dança dos números
Não posso simplesmente me negar
Mas pelo menos ainda estou vivo
Ele sabe que está sendo colocado pra dormir
Mas cada tapinha na cabeça, tenho medo de machucá-lo
Mais do que nunca, consigo ver
Através de seus olhos marejados
Limpando o orvalho do meu espelho da manhã
Devagar, o reconhecimento se instala em mim
Porque é difícil resistir quando o berço chora