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Abrindo As Asas da Alma

Léo Almeida

Letra

    Olhando as aves perdidas
    O Homem sabe a sentença
    E sente a dor incontida
    De não ser tudo que pensa

    O homem fica pequeno
    Enquanto as aves se vão
    E ensaia voos terrenos
    Nos céus da própria ilusão

    O vento sopra nas casas
    O mar inquieta a maré
    A vida enfim cria asas
    E o chão nos foge dos pés

    A liberdade revive
    Refaz os rumos a sós
    E encontra um Ícaro livre
    Em cada voo de nós

    Mas quando o sonho sonhavam
    Com juventude fortuna
    Os meus cabelos voavam
    Tendo o negror da graúna

    O tempo abranda os cabelos
    Em cada vento que passa
    E hoje me faz entendê-los
    Na branca paz de uma garça

    Minha esperança se solta
    E quando morre no fim
    Tal fosse fênix volta
    Das próprias cinzas

    Empluma os olhos tristonhos
    Que se despedem com calma
    Cortando nuvens de sonhos
    E abrindo as asas da alma


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