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Aquí nadie se puede morir (part. Santi Balmes)

Leo Rizzi

Letra

Significado

Aqui ninguém pode morrer (part. Santi Balmes)

Aquí nadie se puede morir (part. Santi Balmes)

Hoje eu reguei de novo o jardimHoy he regado de nuevo el jardín
Aquele que tanto te prometiEl que tanto yo te prometí
Reguei a laranjeira e aqui estou sentadoHe regado el naranjo y aquí estoy sentado
Na lama me lembro de vocêEn el fango me acuerdo de ti

Hoje eu dancei à sombra do fimHoy he bailado a la sombra del fin
E não tenho medo que venha por mimY no me asusta que venga por mí
Se eu temi os monstros, isso é passadoSi he temido a los monstruos, eso es del pasado
Aqui ninguém pode morrerAquí nadie se puede morir
Porque aqui ninguém pode morrerPorque aquí nadie se puede morir
Porque aqui ninguém pode morrerPorque aquí nadie se puede morir

Como a água, eu esqueço o passadoComo el agua me olvido del pasado
E mesmo que doa, aceito o tratoY aunque duela acepto el trato
Como um rio, me penduro no seu coloComo un río me cuelgo en tu regazo
E ao seu lado, me sinto seguroY a tu vera, me siento a salvo
Ninguém pode me ameaçarNadie puede amenazarme
Ninguém pode me ameaçarNadie puede amenazarme
Ninguém pode me ameaçarNadie puede amenazarme
Porque aqui ninguém pode morrerPorque aquí nadie puede morir

Hoje o palhaço ri de mimHoy el payaso se ríe de mí
Enquanto dançamos uma música do KingsMientras bailamos un tema de Kings
Imunizado de tudo, fortunas e lamasVacunado de todo, fortunas y lodos
Aqui não se pode morrerAquí no se puede morir

Saio do túnel, volto à luzSalgo del túnel, regreso a la luz
Finalmente sei a quem mostrar gratidãoPor fin sé a quién mostrar gratitud
Já passaram de longe mísseis e dardosYa pasaron de largo misiles y dardos
Aqui não se pode morrerAquí no se puede morir
Porque aqui ninguém pode morrerPorque aquí nadie se puede morir
Porque aqui ninguém pode morrerPorque aquí nadie se puede morir

Como a água, eu esqueço o passadoComo el agua me olvido del pasado
E mesmo que doa, aceito o tratoY aunque duela acepto el trato
Como um rio, me penduro no seu coloComo un río me cuelgo en tu regazo
E ao seu lado, me sinto seguroY a tu vera, me siento a salvo
Ninguém pode me ameaçarNadie puede amenazarme
Ninguém pode me ameaçarNadie puede amenazarme
Ninguém pode me ameaçarNadie puede amenazarme
Porque aqui ninguém pode morrerPorque aquí nadie puede morir

Sargentos covardesSargentos cobardes
Reinícios do fimReinicios del fin
Aqui não se pode morrerAquí no se puede morir
Aqui se permite viverAquí se permite vivir

Passaportes sem bandeirasPasaportes sin banderas
Feitas por homens ou DeusHechas por hombres o Dios
Aqui não se pode morrerAquí no se puede morir
Aqui se permite viverAquí se permite vivir

Como a água, eu esqueço o passadoComo el agua me olvido del pasado
E mesmo que doa, aceito o tratoY aunque duela acepto el trato
Como um rio, me penduro no seu coloComo un río me cuelgo en tu regazo
E ao seu lado, me sinto seguroY a tu vera, me siento a salvo
Ninguém pode me ameaçarNadie puede amenazarme
Ninguém pode me ameaçarNadie puede amenazarme
Ninguém pode me ameaçarNadie puede amenazarme
Porque aqui ninguém pode morrerPorque aquí nadie se puede morir

Composição: Juan González Sánchez. Essa informação está errada? Nos avise.
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