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Matelot
Les Ogres de Barback
Marin
Matelot
É isso aí, de novo três meses de perrengue no barco, me apresento: sou eu, um verdadeiro marinheiro.C'est r'parti pour trois mois de galère en bateau, j'me présente : je suis mois, un sacré matelot.
Filho de um militar bêbado, eu disse não às armas, e minha família em lágrimas eu deixei pra ir pro mar.Fils d'ivrogne militaire moi j'ai dit non aux armes, et ma famille en larme j'l'ai quittée pour la mer.
Tem noites como essa que não consigo dormir, então fuço na minha memória e vem à tona essa lembrança.Y'a des soirs comme ce soir j'arrive pas à dormir, alors je fouille ma mémoire et me revient ce sacré souvenir.
Ah, aquela cabana onde sonhávamos sem nos importar com nada, a gente fumava as ervas e se embriagava com cerveja loira.Ah, c'te sacrée cabane où l'on rêvait se foutant bien du monde, nous on fumait les lianes et on s'bourrait la gueule à bière blonde.
É, aquela maldita cabana onde rolava de tudo, às vezes até briga, é lá que levávamos nossas mulheres e a noite toda falávamos de barco!Ouais c'te putain d'cabane où se jouait du pipeau et parfois du couteau, c'est là qu'on ramenait nos femmes et toutes la nuit on parlait de bateau !
Mas olha, acabou, os tempos mudaram, quanto mais eu ando, mais eu tô podre, navego só por grana. Tá virando um pesadelo, meu navio vai afundar e todos os meus amigos me disseram adeus e eu vomito toda vez que preciso navegar. Não é meu jeito pensar em me matar, então, pra fugir da solidão, eu mexo bem no fundo dos meus pensamentos.Mais voilà, c'est fini, les temps ont bien changé, plus j'avance plus j'suis pourri, j'navigue plus qu'pour le blé. Ca devient un cauchemar, mon navire va couler et tous mes potes m'ont dit au r'voir et j'dégueule chaqu'fois qu'faut naviguer. Ce n'est pas mes habitudes de penser faut s'flinguer alors, pour fuire la solitude, je remue bien le fond de mes pensées.
Ah! Aquela cabana onde sonhávamos sem nos importar com nada, a gente fumava as ervas e se embriagava com cerveja loira.Ah ! c'te sacrée cabane où l'on rêvait se foutant bien du monde, nous on fumait les lianes et on s'bourrait la gueule à bière blonde.
É, aquela maldita cabana onde rolava de tudo, às vezes até briga, é lá que levávamos nossas mulheres e a noite toda falávamos de barco!Ouais, c'te putain d'cabane où se jouait du pipeau et parfois du couteau, c'est là qu'on ramenait nos femmes et toute la nuit on parlait de bateau !
Um bêbado acabado, é isso que eu me tornei, cara, mais uma dose! Navegar não dá mais.Un poivrot avachi voilà c'que j'suis dev'nu, garçon, un aut' demi ! naviguer je peux plus.
Então à noite nos portos, é a volta aos bares, onde eu fico até o amanhecer no bar doido onde a Guinness tá em promoção. E eu fico horas olhando essa foto que me lembra da minha felicidade, é do tempo em que eu era moleque com o Marco.Alors l'soir sur les ports, c'est la tournée des rades, où je traîne jusqu'à l'aurore au violon dingue où la Guinness se brade. Et j'reste collé des heures à r'garder cette photo qui me rappelle mon bonheur, c'est le temps d'quand j'étais marmot avec Marco.
Ah, aquela cabana onde sonhávamos sem nos importar com nada, a gente fumava as ervas e se embriagava com cerveja loira.Ah, c'te sacrée cabane où l'on rêvait se foutant bien du monde, nous on fumait les lianes et on s'bourrait la gueule à bière blonde.
É, aquela maldita cabana onde rolava de tudo, às vezes até briga, é lá que levávamos nossas mulheres e a noite toda falávamos de barco!Ouais c'te putain d'cabane où se jouait du pipeau et parfois du couteau, c'est là qu'on ramenait nos femmes et toutes la nuit on parlait de bateau



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