Tradução gerada automaticamente

exibições de letras 4.203

Contes, Vents & Marées

Les Ogres de Barback

Letra

Contos, Ventos & Marés

Contes, Vents & Marées

Sabe-se lá pra onde os ventos nos levam?Sait-on jamais où les vents nous mènent ?
Eu, eles vieram me colocar numa manhã, ah, na estrada de Rennes, que destino cruel! Foi lá que perdi tudo que tinha, traindo ingenuamente todos os meus, mas não tinha te avisado, você, meu amigo? : Essa canção é um pouco dedicada a você, me dando uma chance de me justificar sobre esse tempo que, aliás, te deu muita dor de cabeça.Moi ils sont venus me mettre un matin, hélas sur la route de Rennes, mauvais destin ! C'est là-bas que j'ai perdu tous mes biens en trahissant naïvement tous les miens, mais ne vous l'avais -je pas prédis, vous mes amis ? : Cette chanson vous est un peu dédiée, me laissant une chance de me justifier sur ce temps qui vous fit, d'ailleurs, bien des soucis.
Prova que nada nunca está perdido, que sempre há um lugar pro traidor derrotado, pra mim, amigo, que dia após dia me tornei desconhecido.Preuve quand même que rien n'est jamais perdu, qu'y a toujours une place pour le traître vaincu, pour moi l'ami qui jours après jours devînt inconnu.
Lembre-se, não faz tanto tempo assim, numa noite decidida eu mudei de lado, colocando no sótão do esquecimento minha utopia. Eu, a boca grande dos caminhos rebeldes, numa noite meus ideais se foram, por causa de olhos castanhos e cabelos escuros, enfim, por uma bela.Rappelez-vous, c'était y'a pas si longtemps, un soir décidé j'ai changé de camp mettant dans le grenier de l'oubli mon utopie. Moi la grande gueule des chemins rebelles, une nuit mes idéaux se sont fait la belle, pour des yeux marrons des cheveux bruns, bref, pour une belle.
Que tinha a cor dos passeios, o doce cheiro do perfume das romãs, que justificava seu título de bomba, de granada.Qui avait la couleur des promenades, la douce odeur du parfum des grenades, qui justifiait son titre de bombe, de grenade.
Mas por favor, não a culpe demais, tão verdade quanto ela me virou a cabeça, eu fui eu mesmo juiz, condenado, culpado, bandido, carrasco.Mais prière, ne lui en voulez pas trop, autant vrai qu'elle m'ait retourné le cerveau, je fus moi-même juge, condamné, coupable, truand, bourreau.

Finalmente, numa noite eu mudei de pele, coloquei um cachecol, luvas, um chapéu. E infeliz, perdi a memória conscientemente.Enfin donc un soir j'ai changé de peau, j'ai mis une écharpe, des gants, un chapeau. Et malheureux j'ai consciemment perdu la mémoire.
Peguei o bilhete pro triste barco, aquele que te arrasta pela água e te leva pouco a pouco pra um nevoeiro bem triste.J'ai pris le ticket pour le triste bateau, celui qui vous dérive au fil de l'eau et vous mène peu à peu dans un bien triste brouillard.
Não fiz de conta que toquei o fundo, claro que peguei o álcool como companheiro.J'ai pas fait semblant de toucher le fond, bien sûr j'ai pris l'alcool pour compagnon.

Logo à esquerda da noite, os bolsos cheios de acaso: eu fiz o papel do bêbado de bar, o alcoólatra de serviço nas noites de bar, aquele que fica por aí, mente e mendiga uns goles.Juste à gauche de la nuit les poches pleines de hasard : j'ai joué le rôle du pilier de comptoir, l'alcoolique de service des fins de bars, celui qui traîne, ment et mendie deux trois coups à boire.
Era o Fredo, o palhaço do bairro. O cavalheiro, o bom, o querido. Aquele que sempre tem um sorriso, mas que nos dá pena.C'était Fredo le rigolo du quartier. Le gentilhomme, le brave, le bien aimé. Celui qui a toujours le sourire mais qui nous fait pitié.
Mas numa noite um homem me salvou a vida, não era Jesus, não era Deus, poxa, só um homem de passagem que viveu bem: um sábio.Mais un soir un homme m'a sauvé la vie, c'était pas Jésus, c'étais pas Dieu, pardi, juste un homme de passage qui avait bien vécu : un sage.
Ele sabia meu nome, que coincidência! Então ele me disse: "te troco uma história pela sua liberdade" e eu, com certeza, aceitei! E demorei a perceber que, como me disse esse sábio no final do conto, quando você toca o fundo, ou você morre, ou você se levanta.Il connaissait mon prénom, quel hasard ! Puis il m'a dit : "je t'échange une histoire contre ta liberté" assurément j'ai accepté ! Et j'ai mis du temps à me rendre compte que, comme m'a dit ce sage à la fin du conte, quand t'as touché le fond soit tu crèves, soit tu remontes.
Eu escolhi a melhor solução, abandonando todas as minhas ambições, aquela que numa bela manhã na cara te xinga. Aquela que, com as experiências, a vivência, as vantagens, a sabedoria, sem avisar, te faz crescer.J'ai pris la meilleure solution, abandonnant toutes mes ambitions, celle qui un beau matin au coin d'la gueule vous insulte. Celle qui au fil des expériences, du vécu des atouts des vues de sa science, celle qui sans prévenir vous fait devenir adulte.

O pior, o cúmulo desse fim sombrio, voltando do país das ruínas, todos os meus amigos também tinham desaparecido. Tive dificuldade em reconhecê-los, talvez por causa da seriedade dos seus tristes olhos, percebi que todos eles tinham se tornado assim.Le pire le comble de cette fin sombre, m'en revenant du pays des décombres, tous mes amis avaient également disparu. J'ai bien eu du mal à les reconnaître, dû au sérieux de leurs tristes yeux peut-être, je me suis aperçu qu'ils l'étaient tous devenu.

Então sabe-se lá pra onde os ventos nos levam, eu, eles riram da minha dor!Alors sait-on jamais où les vents nous mènent, moi ils se sont bien moqués de ma peine !


Comentários

Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra

0 / 500

Faça parte  dessa comunidade 

Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Les Ogres de Barback e vá além da letra da música.

Conheça o Letras Academy

Enviar para a central de dúvidas?

Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.

Fixe este conteúdo com a aula:

0 / 500

Opções de seleção