Madness Endeavor
I scream to notice my fingers numbing more and more
Losing my pulse, holding my breath
Saving its allowance to purchase one last hope
It's funny how fragile life gets, contained in glass
Waiting for salvation to come, one letter at a time
Forming redemption with ink and a feather
How many times must these wrists be severed
To bleed out all the tired blood
Hold my words, dust my page
Trace the ink strokes enraged
Carving out liberation, with pencil lead
Tones in flesh fed, lips to savor all truth, all pain
The madness endeavor
Not wanting to mix words
I separate my intentions by etching syllables in wood
Breaking down motives keeping store, what for?
Writing verse in rhythm, meter with premise
Currents forging cracks in smiles
Too precise to recognize
Knowing it's too late to reconsider my failing position
I succumb, unthreading the tide to be overcome
By this oncoming, unstopping mass
Hold my words, dust my page
Trace the ink strokes enraged
Carving out liberation, with pencil lead
Tones in flesh fed, lips to savor all truth, all pain
The madness endeavor
Esforço da Loucura
Eu grito pra sentir meus dedos adormecendo mais e mais
Perdendo meu pulso, prendendo a respiração
Guardando a grana pra comprar uma última esperança
É engraçado como a vida fica frágil, contida em vidro
Esperando a salvação chegar, uma letra de cada vez
Formando a redenção com tinta e uma pena
Quantas vezes esses pulsos precisam ser cortados
Pra sangrar todo o sangue cansado
Segure minhas palavras, limpe minha página
Desenhe os traços de tinta enfurecidos
Esculpindo a libertação, com grafite
Tons na carne alimentados, lábios pra saborear toda a verdade, toda a dor
O esforço da loucura
Sem querer misturar as palavras
Eu separo minhas intenções gravando sílabas na madeira
Desmontando motivos que guardam, pra quê?
Escrevendo versos em ritmo, métrica com premissa
Correntes forjando rachaduras nos sorrisos
Preciso demais pra reconhecer
Sabendo que é tarde demais pra reconsiderar minha posição falha
Eu sucumbo, desfazendo a maré pra ser dominado
Por essa massa que vem, que não para
Segure minhas palavras, limpe minha página
Desenhe os traços de tinta enfurecidos
Esculpindo a libertação, com grafite
Tons na carne alimentados, lábios pra saborear toda a verdade, toda a dor
O esforço da loucura