Gece Yolculuðu (Yaþlýlýk - Yalnýzlýk Penceresi)
Yaþlýlýk Penceresi
Kimi derin derin bir uykuda
Kimide sonsuz bir yolculukta
Yaðmur ölgün ölgün damlamakta
Gece bile sinmiþ bir kenara, sokakta
Ne düþünüyor dersin gece böyle, kara kara
Neye aðlýyor dersin geceler, kara kara
Sana mý? Bana mý? Yoksa ona mý?
Yoksa eriyip geçip giden zamanlara mý?
Yoksa birbirlerine sýrt çeviren, insanlara mý?
Biz geçeriz zaman geçer
Dünya kalmaz yerinde
Ölüm çiçektir dostum
Taze kalmaz günlerce
Ne aðlayan gece kalýr
Ne de derin uykular
Yine kendi kendine
Koþuþturur insanlar
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Yalnýzlýk Penceresi
Aralarýndan geçiyorum
Hiç kimse elele deðil
Herkes kendine dönmüþ diyorum
Bir kaçýnýn içine bakýyorum
Hiç kimse kendisiyle barýþýk deðil
Herkese kendini anlatýyorum
Kime kendini anlatsam þaþýrýyor
Kendimi kime anlatacaðým, þaþýrdým
Hiç kimse ilkin kendisine alýþýk deðil
Hiç kimse ilkin kendisiyle barýþýk deðil
Janela da Solidão
Janela da Solidão
Alguns estão em um sono profundo
Outros em uma viagem sem fim
A chuva cai, lenta e triste
A noite se esconde em um canto, na rua
O que você acha que a noite pensa, tão sombria?
Por que você acha que as noites choram, tão sombrias?
É pra você? É pra mim? Ou é pra ele?
Ou é sobre o tempo que derrete e passa?
Ou sobre as pessoas que se viram umas para as outras?
Nós passamos, o tempo passa
O mundo não fica no mesmo lugar
A morte é uma flor, meu amigo
Não fica fresca por muitos dias
Nem a noite que chora fica
Nem os sonhos profundos
Novamente, sozinhos
As pessoas correm
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Janela da Solidão
Eu passo entre eles
Ninguém está de mãos dadas
Todo mundo se voltou para si mesmo, eu digo
Olho para dentro de alguns
Ninguém está em paz consigo mesmo
Eu tento me explicar para todos
Quem eu tento explicar fica surpreso
Para quem eu vou me explicar, eu me pergunto
Ninguém está acostumado consigo mesmo
Ninguém está em paz consigo mesmo