Saçlarýn Sarmaþýklar
Saçlarýn sarmaþýklar, daldan dala uzanan
Uçuyorum dallarda, baþýmda sonsuz zaman
Bilmeden yeþilliðine düþmüþ bir damlayým ben
Tüm dünyanýn kökünde her þeyin kaynaðý sen
Sensizliðe sýðýnmýþ, bu çitler bu kulübe
Artýk bizi unutmuþ, bahçemizdeyim yine
Þu karþýki yokuþtan, üç beþ tembel kuþtan
Baþka kimse yok artýk
Þu karþýki yokuþtan, çýðlýk çýðlýk çaðlayan
Cývýl cývýl sevgimiz, seslerimiz yok artýk
Yalnýzca yokluðunla, yýkýlmayan bir bahçe
Saçlarýn sarmaþýklar, kollarýn tahta perde
Bir sensizlik, bir de ben, bir de gece
Yürüyoruz sessizce
Baharlar gitmiþ takýlý, karanlýðýn pençelerine
Baharlar gitmiþ seninle, tükenmiþliðimle
Yýldýrýmlar dökülüyor, yapraklar dökülüyor
Sensizlik dökülüyor, sicim sicim gözlerime
Tranças do Seu Cabelo
Tranças do seu cabelo, se estendendo de galho em galho
Estou voando entre os galhos, com a cabeça cheia de tempo infinito
Sem saber, sou uma gota que caiu na sua verdura
Na raiz do mundo todo, você é a fonte de tudo
Esses muros e essa cabana, sufocando a solidão
Já esqueceram da gente, mas estou de volta ao nosso jardim
Daquela ladeira ali, de uns pássaros preguiçosos
Não tem mais ninguém aqui
Daquela ladeira ali, um grito ecoando
Nosso amor, um barulho sem som
Só com a sua ausência, um jardim que não desmorona
Tranças do seu cabelo, seus braços como uma cortina de madeira
Só eu, a solidão e a noite
Estamos caminhando em silêncio
As primaveras se foram, presas nas garras da escuridão
As primaveras se foram com você, com a minha exaustão
Relâmpagos caindo, folhas caindo
A solidão cai, escorrendo pelos meus olhos.