395px

Cidades... Monumentos

Licht Erlischt...

Cities... Monuments

Barbarians, fathers, souls, buried, to rot with the flesh, shame, hidden under the finest of threads,
Primates are not in the finest of threads and hate the future.

Launch ships to the sky, paint signs on a cave wall, breed humans from scratch, scare of witches with maple.

Obliterate countries out of sight, or a man with the thrust of a spear, for the joy of spite.

Fight for the last drop of water, or drown in the floods to come, minor variations are slight,
The point is: This earth shall end with us.

Citizen 2.1, has your sense of justice been swept aside, alongside prejudice? Washed down the gutters to the broken children,
Your children, donor, washed down, chocktails, elixir of the ruined cities, become the marble palace you' ve earned,
Cities, become the tomb you have earned.

Despise the past as a warning for the hairless creature,
The vague, bendable space, grey, bordered by
Corrosive monuments of failure,
How fast evolution can come to pass!

Make haste not to be overtaken,
By the future turning, nodding its head, asking:
Are not you the wretched, primate?

Remember to vick up the lates disorder,
To match tomorrow, in the finest of threads.
Cram your collared thoughts into commuter trains,
Those empty thoughts,
Into where the skulls are membranes.

Cidades... Monumentos

Bárbaros, pais, almas, enterradas, apodrecendo com a carne, vergonha, escondida sob os melhores dos tecidos,
Primatas não estão nos melhores dos tecidos e odeiam o futuro.

Lance naves para o céu, pinte sinais na parede de uma caverna, crie humanos do zero, assuste bruxas com bordo.

Oblitere países fora de vista, ou um homem com o impulso de uma lança, pela alegria do desprezo.

Lute pela última gota d'água, ou se afogue nas inundações que virão, variações menores são sutis,
O ponto é: Esta terra acabará conosco.

Cidadão 2.1, seu senso de justiça foi varrido para o lado, junto com o preconceito? Lavado para os esgotos, para as crianças quebradas,
Seus filhos, doador, lavados, coquetéis, elixir das cidades arruinadas, torne-se o palácio de mármore que você conquistou,
Cidades, torne-se o túmulo que você conquistou.

Despreze o passado como um aviso para a criatura sem pelos,
O espaço vago, maleável, cinza, cercado por
Monumentos corrosivos de fracasso,
Quão rápido a evolução pode acontecer!

Apresse-se para não ser ultrapassado,
Pelo futuro girando, balançando a cabeça, perguntando:
Você não é o miserável, primata?

Lembre-se de recolher a última desordem,
Para se igualar a amanhã, nos melhores dos tecidos.
Aperte seus pensamentos engomados nos trens de passageiros,
Aqueles pensamentos vazios,
Para onde os crânios são membranas.