exibições de letras 14
Letra

    Vagabundo de elite chavão que as piranha abraça
    Na posse a quadrada entupido de bala
    No seu diplomata ronda pela favela
    Recheado de cria sem pagar de sujesta
    Dês de menó foi troféu dos policia, choveu
    Tá moiado é galo doido em cima, é Zika
    Hoje é gozolandia na pista
    Pergunta quem banca os gambé na propina
    Então, os delatão as ideia não abraça
    X9 canalha, vai de língua amputada
    Quebrada é quebrada, adquirir um bom senso
    Pra perpetuar titio, na lei do silêncio

    Se não quiser dá de cara com a morte
    Tente se resguardar pra não ser presa no bote
    Nós vai levando isso até o fim
    Se bem que nem sempre foi assim

    Antes o sonho não era ter fuzil
    Era ser Ronaldinho, ou Shaq O'neal
    Tá numa praia vendo o pôr do Sol
    Sem Portar uma Glock com pente caracol
    A saudade invade toda simplicidade
    A escola a igreja, as pipa na lage
    O sorriso dela estampado no rosto
    Hoje tudo mudado é só olhar de desgosto

    Bagulho é Loko essas fita pesa a mente
    Lembro como eu era bem presente
    Contente, descente, inteligente
    Mas hoje eu só tô na linha de frente

    Pra catar o gerente sendo contundente
    Trazer os plaquê e botar a chapa quente
    Mostrar que o muro é alto sem conversa
    Provar que aqui safado não atravessa

    Se der goela curió tem sentença
    O trem passa por cima sem dó nem clemência
    Qualquer desavença trás que nós é crivo
    Se ligar prós herói sabe que tá fudido
    Aciona os muleque que hoje é dia de baile
    Eu quero ver o plantão inteiro na atividade
    Chama elas pra vim que hoje tá bem fácil
    Vou fazer camarote dentro do meu barraco

    Chamando um raio e tomando várias doses
    No dia seguinte o de sempre: Neurose
    Repentina tristeza, agonia, querendo voltar pra vida antiga

    Bate o arrependimento mais eu zelo meu nome
    Não posso esquecer que eu sou sujeito homem
    Cá postura de ferro na sagacidade
    Eu, o defensor da comunidade

    É mais um dia qualquer um domingo comum
    Plantão do K. G, do Nobre e do Mussum
    Tudo bem calmo, e eu na porta do bar
    De repente a matraca começa estralar
    Eu destravei a Imbel, virei a esquina
    2 cana atirou em mim na patifaria
    Na beira da morte eu lembrei da família, olha só porra

    O que que eu fiz da minha vida
    O que que eu fiz da minha vida?
    Sequela, de uma vida bandida

    Composição: Lincoln Juan Oliveira Silva. Essa informação está errada? Nos avise.

    Comentários

    Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra

    0 / 500

    Faça parte  dessa comunidade 

    Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Ligi Periférico e vá além da letra da música.

    Conheça o Letras Academy

    Enviar para a central de dúvidas?

    Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.

    Fixe este conteúdo com a aula:

    0 / 500

    Opções de seleção