Versos Perversos
Pues nada, gente, eh, aquí dejo lo que sería
Mi mayor creación hasta la fecha
Justo un añito después de, del anterior
Y por supuesto dedicado a
Al señor Guille, y al señor Juanito
Ayps
Seguimos con los versos perversos demuestro a todos que ejerzo
De chico raro, con descaro, hijo de Amparo y de un tuerto
Mi tío es Berto, no Romero, no Tomillo
Ver todos los días al primo pillo, que pillaba frío y no se abriga
Me suena la barriga, ¿diga?
Hello, I'm your belly, ¿can you give me some comida?
Mira, of course I can, y compro un caldo de Avecrem
Se creen ustedes que soy rico, rico el caldo: Sabe bien
¿Sabes qué más sabe bien? Jeje, exacto
Aunque parezca pintada por Goya, no es más que mi po-po-po
Poción traída de Troya, la han traído Luis, Bernardo, Ernesto
En esto que me da por ver el móvil, mensaje de texto
Resulta ser Felipe VI el remitente
Lo siento, brother, tengo el casoncio lleno de gente
No te rayes le contesto y, fuera de contexto, resto
Nueve menos dos son siete, increíble el gesto
Don Guillempleado, vetado, lo echaron del reservado
Se pira al prado y se corre mirando un cuadro doblado
Doblado él, no el cuadro, ¿Champú o gel? Soy calvo
Te ves muy bien: Qué guapo, ¿te pregunté? No, chato
Sabes que Poncio Pilato
No se ha comprao los zapatos
Viene descalzo el jabato
Con los pelos del puto Arrebato
Y ahora te tiro unas líneas sin dar muchos datos
Son cosas banales, no de literatos
La cosa es que vengo y me quedo pa' un rato
No miro el formato, te pongo el retrato
Me vienen dos culos mulatos
Dos culos bien grandes en un carromato
Culitos de marca, no culos baratos
Orondas las nalgas, bien anchos los anos
Los cubre una tela del tipo satén
La cosa es que huelen, y no huelen bien
Estamos hablando de anos hediondos
Estando en la calle producen asombro
Por sus dimensiones, por su basta peste
Subastan el fétido y étnico ambiente
Qué asco, qué guarro, pa' guarra tu hermana
Se saca diez mocos por fin de semana
Y emana de aquí cierta sabiduría
Si el culo es rojizo, muy mono sería
Sorprende desnudo en la charcutería
Mi abuelo Rogelio, con su brujería
Del Día salía un guía, prendía la party
Todo el mundo mano arriba and just move your body
Son las fiestas de mi pueblo, vente, Maribel
Se vino la Ana, se vino Susana, y la Magdalena también
Recién me enteré de que un toxicómano
Coma o no coma, se muere por verme
Me llaman la droga, panoja in my pants, rayitas de esencia
La demencia que es bélica y trágica, mágica
Juan Tamariz en la errática fálica de clamar pito
Y huevito, tal cual, Maduro a final del jornal
Yeah
Nada más que añadir, señores: Marca Patxingar
Y espero que no pase otro año hasta el siguiente
Con Dios
Versos Perversos
Pois é, galera, eh, aqui deixo o que seria
Minha maior criação até agora
Justo um aninho depois do anterior
E, claro, dedicado ao
Senhor Guille e ao senhor Juanito
Ayps
Continuamos com os versos perversos, mostro a todos que eu exerço
De garoto estranho, com ousadia, filho de Amparo e de um manco
Meu tio é Berto, não Romero, não Tomilho
Ver todo dia o primo pilantra, que pegava frio e não se agasalha
Me soa a barriga, diga?
Hello, sou sua barriga, pode me dar uma comida?
Olha, claro que posso, e compro um caldo de Avecrem
Vocês acham que sou rico, rico o caldo: Sabe bem
Sabe o que mais sabe bem? Jeje, exato
Embora pareça pintada por Goya, não é mais que meu po-po-po
Poção trazida de Troia, foi trazida por Luis, Bernardo, Ernesto
Nesse momento me dá vontade de ver o celular, mensagem de texto
Acontece que é Felipe VI o remetente
Desculpa, brother, tô com a casa cheia de gente
Não se estressa, respondo e, fora de contexto, resto
Nove menos dois são sete, incrível o gesto
Don Guillempleado, banido, o tiraram do reservado
Ele sai pro prado e corre olhando um quadro amassado
Amassado ele, não o quadro, Champô ou gel? Sou careca
Você tá muito bem: Que gato, te perguntei? Não, cara
Sabe que Poncio Pilato
Não comprou os sapatos
Vem descalço o jabato
Com os pelos do puto Arrebato
E agora te jogo umas linhas sem dar muitos dados
São coisas banais, não de literatos
A questão é que eu venho e fico por um tempo
Não olho o formato, te coloco o retrato
Vêm dois bundas mulatas
Duas bundas bem grandes em um carroça
Bumbuns de marca, não bundas baratas
Arredondadas as nádegas, bem largos os ânus
As cobrem um tecido do tipo cetim
A questão é que cheiram, e não cheiram bem
Estamos falando de ânus fedidos
Estando na rua, produzem espanto
Por suas dimensões, por seu fedor
Leiloam o fétido e étnico ambiente
Que nojo, que porco, pra porca sua irmã
Tira dez melecas por fim de semana
E emana daqui certa sabedoria
Se o ânus é avermelhado, seria muito fofo
Surpreende nu na charcutaria
Meu avô Rogelio, com sua bruxaria
Do Dia saía um guia, acendia a festa
Todo mundo mão pra cima e só move seu corpo
São as festas da minha cidade, vem, Maribel
Veio a Ana, veio Susana, e a Magdalena também
Acabei de saber que um toxicômano
Coma ou não coma, morre por me ver
Me chamam de droga, grana nas calças, risquinhos de essência
A demência que é bélica e trágica, mágica
Juan Tamariz na errática fálica de clamar pinto
E o ovinho, tal qual, Maduro no final do dia
É
Nada mais a acrescentar, senhores: Marca Patxingar
E espero que não passe outro ano até o próximo
Com Deus