Tradução gerada automaticamente
Llanera Altiva
Lilia Vera
Camponesa Altiva
Llanera Altiva
Tão doce o teu sorrisoTan caña dulce tu boca
Tão profundos os teus olhosTan jagüeyes tus pupilas
Tu carregas este campoEste campo tú lo cargas
Tudo em ti, camponesa altivaTodo en ti llanera altiva
Venho trabalhando sozinhoYo vengo labrando a solas
Este anseio de vida ondulanteEste anhelo de onda vida
Como quem vigia o apriscoComo quien vela el encierro
Na noite sem cabanasEn la noche sin cabrillas
E após a jornada erranteY tras la errante faena
Onde o cansaço é sestaDonde es siesta la fatiga
Ele começa a assobiar amorSe pone a silbarle amor
Para o gado bravioA la vacada bravía
E para a dor um cimarrónY a la pena un cimarrón
Ponta da madrinhaPuntera de la madrina
Venho trabalhando sozinhoYo vengo labrando a solas
Este anseio de vida ondulanteEste anhelo de onda vida
Como quem doma o cavaloComo quien pica el caballo
Olhando para a distânciaMirando a la lejanía
E vai tecendo históriasY se va a enlazar consejas
Daquelas que sua voz alongaDe esas que su voz estira
Como quem afina o violãoComo quien afina el cuatro
Diante da savana áridaAnte la sabana íngrima
E ouve o estiramento na cordaY oye estirarse en la cuerda
O lamento do cravelhoLa queja de la clavija
Venho trabalhando sozinhoYo vengo labrando a solas
Este anseio de vida ondulanteEste anhelo de onda vida
Tão doce o teu sorrisoTan caña dulce tu boca
Tão doce o teu sorrisoTan caña dulce tu boca
Tão profundos os teus olhosTan jagüeyes tus pupilas
Tu carregas este campoEste campo tú lo cargas
Tudo em ti, camponesa altivaTodo en ti llanera altiva
Venho trabalhando sozinhoYo vengo labrando a solas
Este anseio de vida ondulanteEste anhelo de onda vida
Como quem vigia o apriscoComo quien vela el encierro
Na noite sem cabanasEn la noche sin cabrillas
E após a jornada erranteY tras la errante faena
Onde o cansaço é sestaDonde es siesta la fatiga
Ele começa a assobiar amorSe pone a silbarle amor
Para o gado bravioA la vacada bravía
E para a dor um cimarrónY a la pena un cimarrón
Ponta da madrinhaPuntera de la madrina
Venho trabalhando sozinhoYo vengo labrando a solas
Este anseio de vida ondulanteEste anhelo de onda vida
Como quem doma o cavaloComo quien pica el caballo
Olhando para a distânciaMirando a la lejanía
E vai tecendo históriasY se va a enlazar consejas
Daquelas que sua voz alongaDe esas que su voz estira
Como quem afina o violãoComo quien afina el cuatro
Diante da savana áridaAnte la sabana íngrima
E ouve o estiramento na cordaY oye estirarse en la cuerda
O lamento do cravelhoLa queja de la clavija
Venho trabalhando sozinhoYo vengo labrando a solas
Este anseio de vida ondulanteEste anhelo de onda vida
Tão doce o teu sorrisoTan caña dulce tu boca



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Lilia Vera e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: