Mi Vieja Habana
Nunca podré escapar de mi niñez en tu balcón
ni de los adoquines que al viajero conquistó
y es que hace tantas lunas que mi amor
anidó en el vitral de tu misterio trovador.
Cuando me pierda regresaré de mar
entre tus muros me vestiré de sal
estaré aquí bajo la sombra
del bardo que te nombra
anclada para siempre en ti.
Nunca podré escapar de mi niñez en tu balcón
ni de los adoquines que al viajero conquistó
bien sabe la distancia que mi amor
sólo habita el portal de tu misterio trovador.
Cuando me pierda y no te pueda ver
desde estas piedras abrigaré tus pies
estaré aquí bajo la sombra
del bardo que te nombra
anclada para siempre en ti.
Minha Velha Havana
Nunca poderei escapar da minha infância no seu balcão
nem dos paralelepípedos que conquistaram o viajante
é que faz tantas luas que meu amor
aninhou-se no vitral do seu mistério trovador.
Quando eu me perder, voltarei do mar
entre seus muros, me vestirei de sal
estarei aqui sob a sombra
do bardo que te nomeia
ancorada para sempre em você.
Nunca poderei escapar da minha infância no seu balcão
nem dos paralelepípedos que conquistaram o viajante
bem sabe a distância que meu amor
só habita o portal do seu mistério trovador.
Quando eu me perder e não puder te ver
dessa pedras, abrigarei seus pés
estarei aqui sob a sombra
do bardo que te nomeia
ancorada para sempre em você.