Tradução gerada automaticamente

Ave Fenix
LOCURA POÉTICA
Ave Fênix
Ave Fenix
Há um vazio crescendo embaixo de cada pensamentoHay un vacío creciendo debajo de cada pensamiento
Como se algo estivesse me arrancandoComo si algo fuese arrancándome
Pouco a pouco por dentroPoquito a poco por dentro
A galera sorri rápidoLa gente sonríe deprisa
Fala rápidoHabla deprisa
Vive rápidoVive deprisa
Como se correr ajudasseComo si correr sirviera
A não olhar pra feridaPara no mirarse la herida
Eu vejo simYo si la veo
Sinto toda noiteLa noto cada noche
Sentando na beira da minha consciênciaSentándose al borde de mi conciencia
Que tudo que é puro se estragaQue todo lo puro se pudre
Que já não sobra inocênciaQue ya no queda inocencia
Porra!¡Joder!
A memória, a ansiedadeLa memoria, la ansiedad
A consciência uma merdaLa conciencia hecha mierda
E lá estava eu tambémY ahí estaba yo también
Cercado de zumbis e viciadosRodeado de zombis y yonkis
Que pareciam mortos andandoQue parecían muertos andando
Fantasmas buscando calorFantasmas buscando calor
Arrastando meia vidaArrastrando media vida
Por becos sem SolPor callejones sin Sol
Que triste te ver cair e mesmo assim continuar descendoQué triste verte caer y aún así seguir bajando
Como se ao tocar o fundo o dano fosse acabarComo si al tocar el fondo fuese a terminar el daño
Porque é mais fácil pensarPorque es más fácil pensar
Que nasceram condenadosQue nacieron condenados
Do que aceitar que esse mundoQue aceptar que este mundo
Fabrica derrotadosFabrica derrotados
Mas nunca acabaPero nunca termina
Primeiro te rouba os diasPrimero te roba los días
Depois os abraçosDespués los abrazos
Depois acaba te deixando sozinhoLuego acaba dejándote solo
Falando com seus pedaçosHablando con tus pedazos
E tem moleques se apagandoY hay chavales apagándose
Antes mesmo de começarAntes siquiera de empezar
Buscando no burro um refúgioBuscando en el burro un refugio
Porque não encontraram larPorque no encontraron hogar
Dá raiva ver tanta ruínaDa rabia ver tanta ruina
Tantas almas virando rotinaTantas almas convertidas en rutina
Sem saída, em olhares consumidosSin salida, en miradas consumidas
Dá raiva verDa rabia ver
Como o tempoCómo el tiempo
Vai apagando identidadesVa borrando identidades
Como se viver fosse issoComo si vivir fuera eso
Ir perdendo vontadesIr perdiendo voluntades
Sim, sim! Dá raiva! Ah!¡Sí, sí! ¡Da rabia! ¡Ah!
Dá raiva ver tanta genteDa rabia ver tanta gente
Sobrevivendo em silêncioSobreviviendo en silencio
Engolindo a dor pra nãoTragándose lo que duele para no
Se quebrar por dentroRomperse por dentro
Eu me desfaço, simMe deshago, sí
Me parto em mil versõesMe parto en mil versiones
Mas sempre sobra algo se negando a rendiçãoPero siempre queda algo negándose a rendiciones
E eu voltoY vuelvo
Porque mesmo na ruínaPorque incluso en la ruina
Tem algo que se sustentaHay algo que se sostiene
Não sou o que me derrubaNo soy lo que me derriba
Sou o que volta e não se detémSoy lo que vuelve y no se detiene
Não se detémNo se detiene
Porque eu caio sim, me parto, me perco, me apagoPorque caigo si, me parto, me pierdo, me apago
Mas no meio do desmoronamentoPero en medio del derrumbe
Não sou o que me derrubaNo soy lo que me derriba
Nem o que me deixa vazioNi lo que me deja vacío
Sou ave fênixSoy ave fénix
Sem asasSin alas
Mas com fogo no destinoPero con fuego en el destino
Me consumo em mil finaisMe consumo en mil finales
Ave fênix! Sim!¡Ave fénix! ¡Sí!
Já de ruínaYa de ruina
Não me caioNo me caigo
Me transformoMe transformo
Não me apagoNo me apago
Me reinventoMe reinvento
Ave fênix!¡Ave fénix!
Em silêncioEn silencio
Renascendo no mais negroRenaciendo en lo más negro




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