Tradução gerada automaticamente

Cipotecientos Mil Años
LOCURA POÉTICA
Cipotecentos Mil Anos
Cipotecientos Mil Años
Faz cipotecentos mil anosHace cipotecientos mil años
Que o mundo giraQue el mundo gira
Na mesma direçãoEn la misma dirección
E ainda tem idiotasY todavía hay imbéciles
Chamando isso de equilíbrioLlamándolo equilibrio
Eu cresci vendo como giravaYo crecí viendo como giraba
Sempre pro mesmo ladoSiempre hacia el mismo lado
Sempre os mesmos caindoSiempre los mismos cayendo
Os anos oitenta cheiravam a derrotaLos ochenta olían a derrota
Eu estava láYo estaba ahí
Novo demais pra entenderDemasiado joven para entender
Perto o bastanteLo bastante cerca
Pra ver tudoPara verlo todo
Olhar as perdasMirar las pérdidas
Diante desse tempoAnte este tiempo
Faz cipotecentos mil anosHace cipotecientos mil años
Que o mundo giraQue el mundo gira
Na mesma direçãoEn la misma dirección
E eu comecei a me perderY yo empecé a perderme
Justo em uma dessas voltasJusto en una de esas vueltas
Eu continuei láYo seguí ahí
Cada vez mais longe de mimCada vez más lejos de mí
Cada vez mais pertoCada vez más cerca
De não sentir nadaDe no sentir nada
No começo era silêncioAl principio era silencio
Depois rotinaLuego rutina
Depois necessidadeLuego necesidad
Que não se nomeiaQue no se nombra
Mas ficaPero se queda
E voltavaY volvía
Sempre voltavaSiempre volvía
À mesma coisa, ao mesmo lugarA lo mismo, al mismo sitio
Ao mesmo vazioAl mismo vacío
Que já conhecia de corQue ya conocía de memoria
Faz cipotecentos mil anosHace cipotecientos mil años
Que o mundo giraQue el mundo gira
Na mesma direçãoEn la misma dirección
E eu girava com eleY yo giraba con él
Cada vez mais rápidoCada vez más rápido
Cada vez mais dentroCada vez más dentro
Cada vez mais longeCada vez más lejos
Tudo girava devagar demaisTodo giraba demasiado lento
E rápido demais ao mesmo tempoY demasiado rápido a la vez
Como se estivesse presoComo si estuviera atrapado
Entre ficar e desaparecerEntre quedarme y desaparecer
O tempo deixou de importarEl tiempo dejó de importar
Amanhã era o mesmo que ontemMañana era lo mismo que ayer
E o corpo se arrastava só, mesmo que a cabeça dissesse chegaY el cuerpo tiraba solo aunque la cabeza dijera basta
Havia dias sem vontadeHabía días sin ganas
Noites sem fimNoches sin final
E um peso no peitoY un peso en el pecho
Que eu não sabia explicarQue no sabía explicar
Porque sair não era fácilPorque salir no era fácil
Porque ficar era piorPorque quedarse era peor
E no meio de tudo issoY en medio de todo eso
Eu já não sabia onde estavaYo ya no sabía dónde estaba
Até que um dia eu olhei pra dentroHasta que un día me miré por dentro
E não encontrei ninguémY no encontré a nadie
Só aquele vazio conhecidoSolo ese vacío conocido
Aquele silêncio pesadoEse silencio pesado
Aquela sensação de ter chegadoEsa sensación de haber llegado
Longe demaisDemasiado lejos
E aí eu entendiY ahí lo entendí
Não era a noiteNo era la noche
Não era o bairroNo era el barrio
Não eram os anosNo eran los años
Era euEra yo
Me perdendoPerdiéndome
Sem fazer barulhoSin hacer ruido
Sem fazer barulhoSin hacer ruido




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