Tradução gerada automaticamente

Dejar de Ser Perro

LOCURA POÉTICA

Letra

Deixar de Ser Cão

Dejar de Ser Perro

¡Woo!¡Woo!
Nasci pra perder e me preparei bemNací pa' perder y me entrené bien
Ninguém teve que me empurrar muito longeNadie tuvo que empujarme muy lejos
Tenho merda até na forma de pensarTengo mierda hasta en la forma de pensar

Gosto do frio, mesmo que me abra duas vezesMe gusta el frío, aunque me abren dos
Gosto de cair porque não sei subirMe gusta caer porque no sé subir
Gosto de me afundar até não me ver e depois culpar todo mundo menos a mimMe gusta hundirme hasta no verme y luego culpar a todos menos a mí
Quis deixar de ser esse cão raivosoQuise dejar de ser ese perro rabioso
Deixar de morderDejar de morder
Tudo que se aproximaTodo lo que se acerca
A vida morde forte e não soltaLa vida muerde fuerte y no suelta

Me leva com coleira curtaMe lleva con cadena corta
Eu grunho, puxo e tento quebrarYo gruño, tiro e intento romper
Mas sempre acabo onde começa a sombraPero siempre acabo donde empieza la sombra

Quero deixar de ser cãoQuiero dejar de ser perro
Deixar de morder o pouco que restaDejar de morder lo poco que queda
Deixar de ser cão, caralhoDejar de ser perro, joder
Deixar de me arrastar pelo que me afundaDejar de arrastrarme por lo que me hunde

Me levanto quebrado sem ter dormidoMe levanto roto sin haber dormido
Com a boca seca e a alma piorCon la boca seca y el alma peor
Buscando nos meus vícios algo que me acalmeBuscando en mis vicios algo que me calme
Embora eu saiba que depois será piorAunque sé que luego será peor
Me prendo ao único que me apagaMe engancho a lo único que me apaga
Me abraça um segundo e depois me afundaMe abraza un segundo y luego me hunde
Me deixa jogado vazio sem nadaMe deja tirado vacío sin nada

Todos os dias iguais que quero apagarTodos los putos días iguales que quiero borrar
Um corpo que puxa e uma mente cansadaUn cuerpo que tira y una mente cansada
Que já nem luta pra escaparQue ya ni pelea por escapar
A vida é assimLa vida es así
Te morde e te marca e alguns nascemos pra perderTe muerde y te marca y algunos nacimos para perder
Eu sigo andando, mesmo sem saída, por que parar?Yo sigo andando, aunque no haya salida por qué parar
Seria desaparecerSería desaparecer

E me conheço tão bemY me conozco tan bien
Que já nem me enganoQue ya ni me engaño
Se é quando vou quebrar tudo outra puta vezSi es cuando voy a romperlo todo otra puta vez
E em dez minutos voltar a cairY a los diez minutos volver a caer

Sou eu dando voltas no mesmo infernoSoy yo dándole vueltas al mismo infierno
Até fazer dele meu lugar habitualHasta hacerlo mi sitio habitual
E embora ouça, tampo com barulhoY aunque lo escuche lo tapo con ruido
Com o primeiro que me faça esquecerCon lo primero que me haga olvidar
Me faço mal com precisãoMe hago daño con precisión
De expert, sem falhar, sem duvidar, sem tremerDe experto, sin fallar, sin dudar, sin temblar
Como se tivesse aprendido de corComo si hubiera aprendido de memoria
Cada forma possível de estourarCada forma posible de reventar

E dias que nem o ar que gasto valeY días que no vale ni el aire que gasto
Não vai armar sorte em história malditaNo armarás suerte en historia maldita
É repetir o que sei que me afundaEs repetir lo que sé que me hunde
É ter a saída na caraEs tener la salida delante de la cara
E escolher justo o que me quebraY elegir justo lo que me rompe

Que estou me matando sozinhoQue me estoy matando yo solo
E eu sei, caralho, claro que seiY lo sé, joder, claro que lo sé
Mas há noites que tudo pesa tantoPero hay noches que pesa tanto todo
Que tanto faz perderQue me da igual perder

E sigo, e sigo, e sigo, e sigo, e sigoY sigo, y sigo, y sigo, y sigo, y sigo
Embora esteja me apagandoAunque me esté apagando
Embora já nem me reconheça ao falarAunque ya ni me reconozca al hablar
Porque há algo em mim que se recusaPorque hay algo en mí que se niega
A parar de cair sem lutarA dejar de caer sin luchar

Me visto à beiraMe visto al borde
E não dei um passo atrásY no he dado un paso atrás
E fico olhandoY me quedo mirando
Como tudo tremeComo tiembla todo
Com essa risada suja que não sabe pararCon esa risa sucia que no sabe parar
Como se me quebrar fosse necessário pra sentir que ainda estou aquiComo si romperme fuera necesario para sentir que sigo aquí

E sigo puxando um corpo cansadoY sigo tirando de un cuerpo cansado
Como se fosse chegar a algum lugarComo si fuera a llegar a algún sitio
E não aprendo nem na porradaY no aprendo ni a golpe
Nem a tapas, nem a nadaNi a hostias, ni a nada
Sempre tropeço na mesma coisaSiempre tropiezo con lo mismo
Embora veja vindo de longeAunque lo vea venir desde lejos

Me dou contra tudo que quisMe doy contra todo lo que quise
Contra tudo que pude serContra todo lo que pude ser
E deixo morrerY lo dejo morir
Entre minhas mãosEntre mis manos
Como se não doesse perderComo si no doliera perder

E sigo, e sigo, e sigo, e sigoY sigo, y sigo, y sigo, y sigo
Como se não doesse perderComo si no doliera perder

Composição: Jaime Jose Cerda Fernandez. Essa informação está errada? Nos avise.

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