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Guerras invisibles

LOCURA POÉTICA

Letra

Guerras Invisíveis

Guerras invisibles

Tenho um barulho cravado na menteTengo un ruido clavado en la mente
Que não para de baterQue no deja de golpear
Como um martelo insistenteComo un martillo insistente
Que não me deixa descansarQue no me deja descansar

Nasci com um ruído dentroNací con un ruido dentro
Que nunca quis calarQue nunca quiso callar
Uma voz que morde devagarUna voz que muerde despacio

A noite me abriu as portasLa noche me abrió las puertas
De um lugar sem direçãoDe un lugar sin dirección
Onde vivem os que se perdemDonde viven los que se pierden
Discutindo com o coraçãoDiscutiendo con su corazón

Experimentei mil venenosHe probado mil venenos
Que prometiam pazQue prometían paz
Mas todos têm dentro a mania de enganarPero todos llevan dentro la costumbre de engañar
E sigo falando com ninguémY sigo hablando con nadie
No meio da escuridãoEn mitad de la oscuridad
Perguntando se as almas podem recomeçarPreguntando si las almas pueden volver a empezar

Porque há guerras invisíveisPorque hay guerras invisibles
Que ninguém quer contarQue nadie quiere contar
Batalhas contra si mesmo que não deixam descansarBatallas contra uno mismo que no dejan descansar

E fui me acostumando devagarY me fui acostumbrando despacio
A perder sempre um pouco maisA perder siempre un poco más
Primeiro a calma, depois os sonhosPrimero la calma, luego los sueños
Depois a vontade de voltarDespués las ganas de regresar

Tem noites que sinto no peitoHay noches que noto en el pecho
Uma guerra que não sei pararUna guerra que no sé parar
Como se dentro vivessem homensComo si dentro vivieran los hombres
Determinado a se explodirEmpeñados en hacerse saltar

Um grita pra continuar descendoUno grita que siga bajando
Que nada mais pode ser salvoQue ya nada se puede salvar
Que o fundo é tranquilo e escuroQue el fondo es tranquilo y oscuro
E que lá ninguém vai te julgarY que ahí nadie te va a juzgar

O outro murmura bem baixoEl otro murmura muy bajo
Quando tudo parece acabarCuando todo parece acabar
Que talvez ainda resteQue tal vez todavía quede
Um motivo pequeno pra continuarUn motivo pequeño para continuar
Mas o demônio fica nervosoPero el demonio se pone nervioso
Quando ouve essa forma de falarCuando escucha esa forma de hablar
Me empurra pra todos os víciosMe empuja hacia todos los vicios
Que prometem silêncio e depois vão, vãoQue prometen silencio y luego se va, se va

Assim vou vivendo a empurrõesAsí voy viviendo a empujones
Com a alma aprendendo a sangrarCon el alma aprendiendo a sangrar
E se um dia eu me perder de vezY si un día me pierdo del todo
E não conseguir recomeçarY no logro volver a empezar
Que alguém diga que estive lutandoQue alguien diga que estuve luchando
Mesmo que ninguém me visse brigarAunque nadie me viera pelear

Ah, ah, ah! Guerras invisíveis! Ah, ah, ah!¡Ah, ah, ah! ¡Guerras invisibles! ¡Ah, ah, ah!

Composição: Jaime Jose Cerda Fernandez. Essa informação está errada? Nos avise.

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