Tradução gerada automaticamente

Me Empujan Al Precipicio
LOCURA POÉTICA
Me Empurram Para o Abismo
Me Empujan Al Precipicio
Na prisão da minha cabeça não tem gradesEn la cárcel de mi cabeza no hay barrotes
Tem costumeHay costumbre
Não guardo rancor porque já não me sobra espaçoNo guardo rencor porque ya no me queda sitio
Deixei cair como quem joga fora o que perdeuLo fui dejando caer como quien tira lo perdido
A distância é a únicaLa distancia es lo único
Que nunca me decepcionouQue no me ha fallado nunca
Às vezes o melhor é deixar tudo afundarA veces lo mejor es dejar que todo se hunda
Que o caos organizeQue el caos ordene
O que a razão não entendeLo que la razón no sienta
E eu decidi aprender a respirar no desmoronamentoY me dio por aprender a respirar en el derrumbe
A não chamar de desastre o que simplesmente aconteceA no llamar desastre a lo que simplemente sucede
Porque tem coisas que se quebramPorque hay cosas que se rompen
E outras que se sustentamY otras que se sostienen
Só por puro vícioSolo por puro vicio
Então sigoAsí que sigo
Sem pressaSin prisas
Deixando o tempo fazer o que quiserDejando que el tiempo haga lo que quiera
E se algo voltarY si algo vuelve
Que volte sem condiçõesQue vuelva sin condiciones
Porque já não compro mentirasQue ya no compro mentiras
Com boas intençõesCon buenas intenciones
Aprendi que nem tudo que dói é inimigoAprendí que no todo lo que duele es enemigo
Às vezes é só a forma que o caminho temA veces es solo la forma que tiene el camino
E eu me olhei por dentro sem testemunhasY me miré por dentro sin testigos
E vi que meus malditos demônios não eram de outros, eram meusY vi que mis putos demonios no eran de otros, eran míos
Eles dizem que o tempo cura e organizaEllos dicen que el tiempo lo cura y lo ordena
Que a vida é um prêmio e não uma condenaçãoQue la vida es un premio y no una condena
Julgam minha sombra, meu nojo e meu vícioJuzgan mi sombra, mi asco y mi vicio
Enquanto eles me empurram para o abismoMientras ellos me empujan al precipicio
E aqui estou, sem manual, sem prêmio e sem consoloY aquí estoy, sin manual, sin premio y sin consuelo
Negociando com minhas ruínasNegociando con mis ruinas
O que sobrou do lutoLo que queda del duelo
Então sigo com o que é meuAsí que sigo con lo mío
Com o quebrado, com o incertoCon lo roto, con lo incierto
Aprendendo a ficar de péAprendiendo a estar en pie
Embora por dentroAunque por dentro
Seja um desertoSea un desierto
E se empurram para o vazioY si empujan al vacío
Já conheço a quedaYa me conozco la caída
Não me assusta a pancadaNo me asusta el golpe
Me assusta a vida fingidaMe asusta la vida fingida
Essa que fala de ordemEsa que habla de orden
Enquanto tudo está pegando fogoMientras todo está ardiendo
Essa que chamam de normalEsa que llaman normal
A seguir sobrevivendoA seguir sobreviviendo
E aqui sigo euY aquí sigo yo
Com o vício de não ter desistidoCon el vicio de no haberme rendido
Pelos demôniosPor los demonios
Que finalmente domineiQue por fin he domado
Eles gritam, eles julgamEllos gritan, ellos juzgan
Eles olham de foraEllos miran desde fuera
Mas eu sou quem decidePero yo soy el que decide
Quando acabaCuándo acaba
Esta maldita guerraEsta puta guerra
E aqui estou, sem manual, sem prêmio e sem consoloY aquí estoy, sin manual, sin premio y sin consuelo
Negociando com minhas ruínasNegociando con mis ruinas
O que sobrou do lutoLo que queda del duelo




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