Tradução gerada automaticamente

Nací pa' amar lo malherido
LOCURA POÉTICA
Nasci pra amar o malferido
Nací pa' amar lo malherido
Me fodeste a alma e foi embora rindoMe follaste el alma y te fuiste riendo
Como uma raposa vestida de calmaComo una zorra vestida de calma
Eu chorando no chão, você ardendoYo llorando en suelo, tú ardiendo
Eu com o peito quebrado, você tão tranquila, tão vagabundaYo con el pecho roto, tú tan tranquila, tan guarra
Você era minha droga, minha puta preferidaEras mi droga, mi puta preferida
E eu seu cachorro, sua merda, seu viciadoY yo tu perro, tu mierda, tu adicto
Me arrastava por dentro, malditaMe arrastrabas por dentro malnacida
E mesmo assim eu te escrevia, fodido e convictoY aun así te escribía, jodido y convicto
Não era amor, era vício com armadilhaNo eras amor, eras vicio con trampa
Uma ferida que cheirava a desejoUna herida que olía a deseo
Você era ruína com frases bonitasEras ruina con frases bonitas
E eu o idiota que dizia que aguentavaY yo el imbécil que decía yo puedo
Você entrou nas minhas veias como um câncerTe metiste en mis venas como un cáncer
Eu deixei você passar sem perguntarYo te deje pasar sin preguntar
Agora tenho a alma em um desastreAhora tengo el alma echa un desastre
E você dançando na minha puta solidãoY tu bailando en mi puta soledad
E não, não venha com históriasY no, no me vengas con cuentos
Deus sabe merda, cheia de danosDios sabe mierda, echa de daños
Sabe quantas vezes eu caguei na sua caraSabes cuantas veces me cague en tu cara
As mesmas que voltei a te chamar aos gritosLas mismas que volví a llamarte a gritos
Você era a voz fodida que nunca paraEras la jodida voz que nunca para
E eu o covarde que ainda te escreve entre vômitosY yo el cobarde que aun te escribe entre vómitos
Às vezes não quis te chamar nuncaA veces no quise llamarte nunca
Mas o frio mordia meus bols pocketsPero el frío me mordía los bolsillos
E no seu fumo desenhava os castelosY en tu humo dibujaba los castillos
Que nunca se constroem com ternuraQue jamás se construyen con ternura
Às vezes quis ser menos covardeA veces quise ser menos cobarde
E não me solto (não), mesmo que me arraste até o chãoY no me suelto (no), aun que me arrastres hasta el suelo
Mesmo que me cuspa com venenoAunque me escupas con veneno
E ria se eu cair sem controleY te rías si me caigo sin control
E não te esqueço, (não)Y no te olvido, (no)
Nem com três vidas de castigoNi con tres vidas de castigo
Às vezes quis te mandar pro infernoA veces quise mandarte al infierno
Mas o fogo me beijava com seus lábiosPero el fuego me besaba con tus labios
E nas suas ruínas encontrava os resquíciosY en tus ruinas hallaba los resabios
De algum verso maldito, eterno e ternoDe un algún verso maldito, eterno y tierno
E nunca soube se era você ou era euY nunca su puse si eras tu o era yo
Quem se crava facas nas costasEl que se clava cuchillas en la espalda
Quem chora e ri enquanto saltaEl que llora y se ríe mientras salta
Pela beirada do sonho e do adeusPor el borde del sueño y del adiós
E não me escapo (não)Y no me escapo (no)
Mesmo que me quebre o fôlegoAunque me partas el aliento
Mesmo que você seja um redemoinho no meu tormentoAunque seas remolino en mi tormento
E me morda cada pedaço da coragemY me muerdas cada trozo del valor
E não te enterro (não)Y no te entierro (no)
Mesmo que me jure o esquecimentoAunque me jures el olvido
Continuo preso, continuo feridoSigo preso, sigo herido
Continuo sendo sua dorSigo siendo tu dolor
E você me diz pra pararY me dices que pare
Pra eu me calarQue me calle
Que não há volta atrásQue ya no hay vuelta atrás
Mas às vezesPero a veces
Às vezes só quero te perguntarA veces solo quiero preguntarte
Se você também choraSi tu también lloras
Quando eu me vouCuando yo me voy
Você se escondia dentro das madrugadasTe escondías dentro de las madrugadas
Com sua voz sussurrando que era minhaCon tu voz susurrando que eras mía
Te bebi pra pagar o que doíaTe bebí para pagar lo que dolía
E doía mais você do que minhas feridasY dolía más tú que mis heridas
Você roubou as noites mais perdidasMe robaste las noches más perdidas
E mesmo assim fiquei como você sabiaY aun así me quede como sabias
Te inventei com retalhos da minha sangueTe invente con rectales de mi sangre
Te pintei com os restos do meu medoTe pinte con los restos de mi miedo
E mesmo que às vezes ainda grite e me sacudaY aunque a veces aun grito y me sacudo
Sinto sua falta quando não há barulhoTe hecho de menos cuando no hay ruido
Às vezes te amaldiçoo em voz baixa (caralho)A veces te maldigo en voz bajita (joder)
Que bem sabia onde doerQue bien sabias donde doler
Você enfiava os dedos na ferida e euMe metías los dedos por la herida y yo
Pedia pra não me deixar cairTe pedía que no me dejaras caer
Não sei se era amor ou dependênciaNo sé si era amor o dependencia
Se você era droga, castigo ou poesiaSi eras droga, castigo o poesía
Só sei que chorava na sua presençaSolo sé que lloraba en tu presencia
E mesmo assim pedia mais, aindaY aun así pedía más, todavía
Você arrancava minha voz a mordidasMe arrancabas la voz a bocados
E eu, eu te dava até o ar que não tenhoY yo, yo te daba hasta el aire que no tengo
E sangrava em silêncioY sangraba en silencio
Pra que você não fugisse correndoPa' que tu no te fueras corriendo
Às vezes penso que te inventeiA veces pienso que te invente
Pra ter a quem culparPa' tener a quien culpar
Você tirou meu medoMe quitaste el miedo
Me deu coragemMe diste valor
E depois me deixou nuY después me dejaste desnudo
Sem nome, sem alma, sem honraSin nombre, sin alma, sin honor
Não era luz, mas iluminavaNo eras luz, pero alumbrabas
Não era fé, mas eu rezavaNo eras fe, pero rezaba
(Não sei o que diz)(No sé qué dice)
Mas você me amava, como amam os que matamPero me amabas, como aman los que matan
CaralhoJoder
É que não sei viver sem suas mentirasEs que no se vivir sin tus mentiras
Você me ensinou a respirar debaixo da dorMe enseñaste a respirar debajo del dolor
E mesmo sabendo que me destróiY aunque sé que me destruyes
VoltoVuelvo
Você ria quando eu me quebravaTe reías cuando yo me rompía
Dizia que isso acontece por sentirDecías eso te pasa por sentir
E eu sorrindo com a cara vaziaY yo sonriendo con la cara vacía
Pedia de novo pra poder morrerTe pedía otra vez para poder morir
Você me ensinou a beijar com raivaMe enseñaste a besar con rabia
A querer como quem quer arderA querer como el que quiere arder
E mesmo sabendo que ia me matarY aunque sabía que ibas a matarme
Deixei você entrar pra não ter sede de novoTe deje entrar para no volver a tener sed
Eu gritava seu nome sem línguaYo gritaba tu nombre sin lengua
Com a garganta cheia de pregosCon la garganta llena de clavos
Você tão longe, você tão merdaTú tan lejos, tú tan mierda
E eu tão tonto, tão de escravoY yo tan tonto, tan de esclavo
Você me deu amor, me deu ruínasMe diste amor, me diste ruinas
Não me deu lar, me deu medoNo me diste hogar, me diste miedo
Mas caralhoPero joder
Como você cheirava quando se aproximava com venenoQue bien olías cuando te acercabas con veneno
E não, não me arrependo de te adorarY no, no me arrepiento de adorarte
Mesmo que você fodesse cada batidaAunque me jodieras cada latido
Às vezes amar é deixar que te quebremA veces amar es dejar que te partan
E eu nasci pra amar o malferidoY yo nací pa' amar lo malherido
Fiquei com você pra não estar sozinhoMe quede contigo pa' no estar solo
E acabei mais sozinho que a morteY acabe más solo que la muerte
Mas o vazio com você tinha outro jeito de doerPero el vacío contigo tenía otro modo de doler
De me matar, de te quererDe matarme, de quererte
Você entrava na minha alma sem permissãoTe metías en mi alma sin permiso
Como se tivesse as chaves da minha peleComo si tuvieras las llaves de mi piel
E agora entendo que você era só um vícioY ahora entiendo que solo eras un vicio
Disfarçado de refúgio cruelDisfrazado de refugio cruel
Então volta, se quiser voltarAsí que vuelve, si quieres vuelve
Prometa-me merda com voz de céuProméteme mierda con voz de cielo
Eu te direi que nãoYo te diré que no
E abrirei a portaY abriré la puerta
Porque não aprendi a viverPorque no aprendí a vivir
Se venenoSi veneno




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