Tradução gerada automaticamente

Nadie Nunca Me Hizo Más Daño Que Yo Mismo
LOCURA POÉTICA
Ninguém Nunca Me Fez Mais Mal Que Eu Mesmo
Nadie Nunca Me Hizo Más Daño Que Yo Mismo
Ninguém nunca me fez mais mal que eu mesmoNadie nunca me hizo más daño que yo mismo
Me abri, me descobriMe abrí, me descubrí
Vazio na beira das minhas noitesVacío en la orilla de mis noches
Arranquei minhas próprias desculpasMe arranqué mis propias excusas
Pra ver melhor a feridaPara ver mejor la herida
Me ensinaram a acreditar em mãos que prometem e não curam feridasMe enseñaron a creer en manos que prometen y no curan heridas
Contei as horas como quem conta passos na escuridãoConté las horas como quien cuenta pasos en la oscuridad
Fui construindo pequenas fortalezas com os restos da minha vozFui fabricando pequeñas fortalezas con los restos de mi voz
Teu nome foi uma rajada que bagunçou meus pensamentosTu nombre fue una ráfaga que me desordenó los pensamientos
Piorou não reconhecer meus limitesEmpeoré no reconocer mis límites
Cada batida minhaCada latido mío
Voltou a ser uma decisãoVolvió a ser una decisión
Cada madrugada uma promessaCada madrugada una promesa
Que me devolvo com raivaQue me devuelvo con rabia
Guardei os silênciosGuardé los silencios
Como se fossem moedas de prataComo si fueran monedas de plata
Aprendi a separar a casa da sombraAprendí a separar la casa de la sombra
Me reconheci em cantos onde antes só havia medoMe reconocí en rincones donde antes solo había miedo
Fiz um inventárioHice un inventario
Dos meus arrependimentos e joguei foraDe mis arrepentimientos y lo tiré
Não por crueldadeNo por crueldad
Mas por higiene do coraçãoSino por higiene del corazón
Houve momentos em que fui me quebrando por dentroHubo momentos en que me fui rompiendo desde adentro
Fui meu próprio algoz com desculpasFui mi propio verdugo con excusas
Com nome de costumeCon nombre de costumbre
Me auto-repreendi com durezaMe autoreproché con dureza
Me empurrei a túneis sem saídaMe empujé a túneles sin salida
Mas também aprendi a acender sinaisPero también aprendí a encender señales
Quando me faltava o arCuando me quedaba sin aliento
Descartei manuais inúteis que ensinavam a esconder a verdadeDescarté manuales inútiles que enseñaban a esconder la verdad
Com tarefas que consistem em voltar a acreditar nos meus passosCon tareas que consisten en volver a creer en mis pasos
Essa confissão é a chave que me tira da armadilhaEsa confesión es la llave que me saca de la trampa
Agora me falo com dias clarosAhora me hablo con días claros
Me devolvo o que me roubeiMe devuelvo lo que me robé
Se eu erro, erro inteiroSi me equivoco lo hago entero
Se eu me levanto, me levanto de péSi me levanto lo hago en pie
E em cada tentativa me separoY en cada intento me separo
Um pouco mais do que me quebravaUn poco más de lo que me quebraba
Hoje me reconheço como uma porta abertaHoy me reconozco como una puerta abierta
Hoje me olho e não busco culpa fora nem dentroHoy me miro y no busco culpa fuera ni dentro
Caminho e vejo pegadas que não são minhasCamino y veo huellas que no son mías
Deixo elas iremLas dejo ir
Não trago rancor na bagagemNo traigo rencor en el equipaje
Só lições e feridas curadasSolo lecciones y heridas curadas
Ninguém nunca me fez mais mal que eu mesmoNadie nunca me hizo más daño que yo mismo
Mas aprendi a me olharPero aprendí a mirarme
E a sair do abismoY a salir del abismo
Hoje guardo meu batimento como fogo verdadeiroHoy guardo mi latido como fuego verdadero
Algoz de ninguémVerdugo de nadie
Sou meu próprio caminhoSoy mi propio sendero
Que se saiba o que souQue se sepa lo que soy
Embora não haja testemunhasAunque no haya testigos
Que minha voz permaneça de péQue mi voz se quede en pie
Embora os ruídos caiamAunque se caigan los ruidos
Não preciso de revancheNo necesito revancha
Só de um ar limpoSolo un aire limpio
E nesse ar novoY en ese aire nuevo
Eu respiro o que vivoYo respiro lo que vivo
Guardei greves inteirasGuardé huelgas enteras
Dentro do coraçãoDentro del corazón
Correntes que me arrastavamCorrientes que me arrastraban
Sem pedir perdãoSin pedir perdón
Hoje fabrico minhas asasHoy fabrico mis alas
Com restos do silêncioCon resto del silencio
Penduro suas desculpasCuelgo tus excusas
No muro do tempoEn el muro del tiempo
Corto as trepadeirasCorto las enredaderas
Que tentam me amarrarQue intentan atarme
E levanto minhas mãosY levanto mis manos
Pra voltar a me lançarPara volver a lanzarme
Não quero que minha quedaNo quiero que mi caída
Seja o espetáculo finalSea el espectáculo final
Quero meu próprio ascensoQuiero mi propio ascenso
Como único ritualComo único ritual




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