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Otra Raya, Otra Noche

LOCURA POÉTICA

Letra

Outra Linha, Outra Noite

Otra Raya, Otra Noche

Outra linha, outra noiteOtra raya, otra noche
Outra promessa ao vazioOtra promesa al vacío
Mais uma vez me vendendo ao frioOtra vez vendiéndome al frío

Meu reflexo já não me reconheceMi reflejo ya no me reconoce
E a cara que me olha parece um desconhecidoY la cara que me mira me parece un desconocido
Me escondo em becos sem saídaMe escondo en callejones sin salida
Os amigos se foram, a sorte me ignoraLos colegas se fueron, la suerte me esquiva
E na bolsa não há futuroY en la bolsa no hay futuro
Só um pó que me cobra mais do que juroSolo un polvo que me cobra más lo que juro

Tenho a alma hipotecada em cada doseTengo el alma hipotecada en cada dosis
A esperança sequestrada nos bolsos rasgadosLa esperanza secuestrada en los bolsillos rotos
Fumei os sonhosMe fumé los sueños
Engoli o orgulhoMe tragué el orgullo
Fiquei tão só que até o eco me evitaMe quedé tan solo que hasta el eco me rehúye
Os dias se arrastam na mesma rotinaLos días se arrastran con la misma rutina
Procurar, colocar, voar, beijar a ruínaBuscar, poner, volar, besar la ruina
E o espelho grita que sou um fantasmaY el espejo me grita que soy un fantasma

Mas sigo aqui entre a raiva e a calmaPero sigo aquí entre la rabia y la calma
Paguei o preço e não foi baratoPagué el precio y no fue barato
Arranquei a vida em pedaçosMe arranqué la vida a pedazos
Cada noite um infernoCada noche un infierno
Cada amanhecer um castigoCada amanecer un castigo
Me vendi por migalhasMe vendí por migajas
E ninguém veio comigoY nadie vino conmigo

Dormí em marquisesHe dormido en portales
Chorei em quartos vaziosHe llorado en cuartos vacíos
Sangrei por dentroHe sangrado por dentro
Sem fazer um somSin hacer ni un sonido

Menti por costumeHe mentido por costumbre
Roubei por necessidadeHe robado por necesidad
E abracei demônios que me oferecem pazY he abrazado a demonios que me ofrecen paz
Não peço perdão nem redençãoNo pido perdón ni redención
Só preciso disso pra não morrer, filho da putaSolo ocupo esto para no morir, cabrón
Pra deixar registrado que estive aquiPara dejar constancia de que estuve aquí
Lutando contra mim até deixar de existirLuchando contra mí hasta dejar de existir

Paguei o preço e não foi baratoPagué el precio y no fue barato
Arranquei a vida em pedaçosMe arranqué la vida a pedazos
Me vendi por migalhasMe vendí por migajas
E ninguém veio comigoY nadie vino conmigo
E mesmo que um dia eu não acordeY aunque un día no despierto
Não chore por mimNo llores por mí

Já fui embora tantas vezesYa me fui tantas veces
Que não soube viverQue no supe vivir

Composição: Jaime Jose Cerda Fernandez. Essa informação está errada? Nos avise.

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