Tradução gerada automaticamente

SE APAGÓ LA LUZ
LOCURA POÉTICA
A LUZ SE APAGOU
SE APAGÓ LA LUZ
A luz se apagou, mas ficou a fumaçaSe apagó la luz, pero quedó el humo
Flutuando no mar, das lembrançasFlotando en el mar, de los recuerdos
Dizem que eu fui, que o tempo me enterrouDicen que me fui, que el tiempo me enterró
Debaixo de um punhado de silêncioDebajo de un puñado de silencio
Mas escuta bem, quando o vento sopraPero escucha bien, cuando el viento sopla
Entre as árvores do bairro antigoEntre los arboles del barrio viejo
Eu volto a nascer, sim, a nascerYo vuelvo a nacer, si a nacer
Porque nunca morre de verdadePor que nunca muere del todo
Quem deixou seu sorriso pendurado no arQuien dejo su sonrisa colgada en el aire
Nem quem plantou um pedacinho de alma nos corações que soube tocarNi el que planto un trocito de alma en los corazones que supo tocar
Nem mesmo se a terra fechar os olhos e o pó do caminho me abraçarNi aunque cierre los ojos la tierra y me abrace el polvo del camino
Continuarei caminhando devagar com a memória dos meusSeguiré caminando despacio con la memoria de los míos
Se alguma noite o mundo te dóiSi alguna noche te duele el mundo
E o céu parece desabar em cimaY el cielo parece caerse encima
Me procure lá, onde ardem as vontadesBuscarme allí, donde arden las ganas
De viver mesmo que a vida doaDe vivir aunque cueza la vida
Não haverá tumba funda o suficiente, nem silêncio que possa comigoNo habrá tumba bastante onda, ni silencio que pueda conmigo
Que enquanto alguém lembrar das minhas loucurasQue mientras alguien recuerde mis locuras
E das minhas canções quebradas, enquanto houver um batimentoY mis canciones rotas, mientras quede un latido
Que pronuncie meu nome sozinhoQue pronuncie mi nombre a solas
Quando eu apagar, não espere silêncioCuando me apague no esperes silencio
As coisas que fomos não sabem morrerLas cosas que fuimos no saben morirse
Ficam grudadas na borda do tempoSe quedan pegadas al borde del tiempo
E se um dia à noite o peso da sombra te incomodar e o mundo te morderY si un día en la noche te pesa la sombra y el mundo te muerde
Com dentes de frio, escute devagarCon dientes de frío, escucha despacio
Debaixo do barulho há vozes que voltamDebajo del ruido hay voces que vuelven
Do que foi vividoDesde lo vivido
E lá estarei, onde ninguém parte de verdadeY allí seguiré, donde nadie se marcha del todo
Na memória morna, de quem me amouEn la memoria tibia, de quienes me quisieron
No batimento desajeitado de uma lembrança que você fezEn el latido torpe de un recuerdo que hiciste
Porque o esquecimento sim, mataPorque el olvido si que mata
Mas enquanto existir um coração teimosoPero mientras exista un corazón terco
Que guarde um cantinho entre suas feridasQue me guarde un rincón entre sus heridas
Eu continuarei andandoYo seguiré andando
Por dentro do tempoPor dentro del tiempo
E quando o tempo desfolhar os diasY cuando el tiempo deshoje los días
Como folhas cansadas de outonoComo hojas cansadas de otoño
Serei a brisa que move as cortinas velhasSeré la brisa que mueve las cortinas viejas
A risada que volta sem pedir licençaLa risa que vuelve sin pedir permiso
A sombra que atravessa a ruaLa sombra que cruza la calle
Quando o Sol se escondeCuando el Sol se esconde
Porque há caminhos que não cabem em uma tumbaPorque hay caminos que no caben en una tumba
Nem despedidas capazes de andar o vividoNi despedidas capaces de andar lo vivido
A vida fica agarrada à pele dos outrosLa vida se queda agarrada a la piel de los otros
E mesmo que o mundo continue girando se euY aunque el mundo siga girando si mi
Mesmo que a chuva apague minhas marcas do barroAunque la lluvia borre mis huellas del barro
Sempre haverá um cantinho... Onde eu continue respirandoAbra siempre un rincón... Donde siga respirando
Em uma canção mal cantadaEn una canción mal cantada
Em um copo levantado pelos amigosEn un vaso alzado por los amigos
Em uma história contada mil vezesEn una historia contada mil veces
Quando a noiteCuando la noche
Se encher de víciosSe llene de vicios
E lá, bem láY allí, justo allí
Onde alguém sorria ao lembrar das minhas loucurasDonde alguien sonría al recordar mis locuras
A morte perderá a partidaLa muerte perderá la partida




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