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sentir que no estamos muertos

LOCURA POÉTICA

Letra

Sentir que não estamos mortos

sentir que no estamos muertos

Fecho os olhosCierro los ojos
E o mundo pesa menosY el mundo pesa menos
As sombras ficam pequenasLas sombras se hacen pequeñas
E o medo perde espaçoY el miedo pierde terreno

O barulho se afastaSe aparta el ruido
Que me aperta por dentroQue me aprieta por dentro
Se abrem janelas invisíveisSe abren ventanas invisibles
E entra ar novo no peitoY entra aire nuevo en el pecho

As horas deixam de pesarLas horas dejas de pesar
A sombra perde tamanhoLa sombra pierde tamaño
E tudo que parecia paradoY todo lo que parecía inmóvil
Começa a se mover devagarEmpieza a moverse despacio

O sangue lembra seu ritmoLa sangre recuerda su ritmo
A pele acorda do frioLa piel despierta del frío
E por um breve instanteY por un breve instante
Tudo faz sentidoTodo tiene sentido

E então sei que ainda estou aquiY entonces sé que sigo aquí
Que o batimento não se rendeuQue el latido no se ha rendido
Que ainda respira a faíscaQue aun respira la chispa
Debaixo da poeira do esquecimentoBajo el polvo del olvido

Às vezes bastaA veces basta
Abrir a janela interiorCon abrir la ventana interior
E deixar que algo nos atravesseY dejar que algo nos atraviese
Como uma corrente mornaComo una corriente tibia
Que desperta o que parecia adormecidoQue despierta lo que parecía dormido

Uma vibração mínimaUna vibración mínima
Um tremor que nasce bem dentroUn temblor que nace muy dentro
Como se o peito lembrasseComo si el pecho recordara
Que ainda sabe bater sem medoQue todavía sabe latir sin miedo

Busquei respostas longeBusque respuestas lejos
Lá em cima e em profundidadeEn lo alto y en lo profundo
Mas estavam escondidasPero estaban escondidas
No canto mais próximoEn el rincón más cercano
Logo atrás do batimentoJusto detrás del latido

Ali encontrei um impulso limpoAhí encontré un impulso limpio
Uma força sem nomeUna fuerza sin nombre
Que quebra a inérciaQue rompe la inercia
E empurra pra frenteY empuja hacia delante

E sentir que não estamos mortosY sentir que no estamos muertos
Não é gritar nada pro mundoNo es gritarle nada al mundo
É olhar de frenteEs mirarlo de frente
Com os olhos abertosCon los ojos abiertos
É notar que o sangue avançaEs notar que la sangre avanza
Que o frio recuaQue el frío retrocede
Que ainda há fogoQue todavía queda fuego
Debaixo da cinza invisívelBajo la ceniza invisible
No final, encontrei ardendoAl final lo encontré ardiendo
Onde sempre esteveDonde siempre estuvo
Naquele lugar que pulsaEn ese lugar que late
Mesmo que tudo pareça paradoAunque todo parezca detenido

Não é um desafio ao mundoNo es desafío al mundo
Não é barulho pra foraNo es ruido hacia fuera
É manter o olharEs sostener la mirada
Quando tudo tremeCuando todo tiembla

E sentir que não estamos mortosY sentir que no estamos muertos
E sentir que não estamos mortosY sentir que no estamos muertos

E sentir que não estamos mortosY sentir que no estamos muertos

Composição: Jaime Jose Cerda Fernandez. Essa informação está errada? Nos avise.

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