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Soy de la vieja escuela

LOCURA POÉTICA

Letra

Sou da velha escola

Soy de la vieja escuela

Sou da velha escolaSoy de la vieja escuela
Das noites sem relógioDe las noches sin reloj
Das guitarras que sangravamDe guitarras que sangraban
E dos bares com cheiro de rockY de bares con olor a rock

De quando o mundo pegava fogoDe cuando el mundo ardía
E sonhávamos voandoY soñábamos volando
Mesmo sem motorAunque no faltara motor

E mesmo que o tempo me atireY aunque el tiempo me dispare
Com balas de realidadeCon balas de realidad
Eu continuo sendo aquele malucoYo sigo siendo aquel loco
Que queria escaparQue quería escapar

Porque sou da velha escolaPorque soy de la vieja escuela
Dos que não sabem ficar quietosDe los que no saben callar
Dos que quebram correntesDe los que rompen cadenas
Se tentam amarrarSi les quieren amarrar

Sou da velha escolaSoy de la vieja escuela
Dos que mordem a vidaDe los que muerden la vida
Mesmo que doa a quedaAunque duela la caída
Sempre voltam a voarSiempre vuelven a volar
Sim, a voarSí, a volar

As ruas me ensinaramLas calles me enseñaron
Mais que qualquer professorMás que cualquier profesor
Que o céu às vezes se compraQue el cielo a veces se compra
Com moedas de dorCon monedas de dolor

E mesmo que o mundo desmoroneY aunque el mundo se derrumbe
Eu me levanto de novoYo me vuelvo a levantar
Com um baseado na bocaCon un porrito en la boca
E vontade de brigarY ganas de pelear

Se a noite me chamaSi la noche me reclama
Eu não sei dizer nãoYo no sé decir que no
Tenho a alma cheia de barulhoTengo el alma llena de ruido
E o sangue cheirando a rockY la sangre oliendo a rock

Perdi mil batalhasHe perdido mil batallas
Contra o medo e a razãoContra el miedo y la razón
Mas sempre me levanto quando toca uma cançãoPero siempre me levanto cuando suena una canción

Que me enterrem com meus sonhosQue me entierren con mis sueños
E uma risada ao acordarY una risa al despertar
Porque ninguém mata o maluco que aprendeu a viver sem planoPorque nadie mata al loco que aprendió a vivir sin plan

Sou da velha escolaSoy de la vieja escuela
Dos que mordem a vidaDe los que muerden la vida
Mesmo que doa a quedaAunque duela la caída
Sempre voltam a voarSiempre vuelven a volar

Composição: Jaime Jose Cerda Fernandez. Essa informação está errada? Nos avise.

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