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Trotamundo De Almas Rotas

LOCURA POÉTICA

Letra

Trotamundo De Almas Rotas

Trotamundo De Almas Rotas

Vou juntando restosVoy juntando restos
O que ninguém quis olharLo que nadie quiso mirar
Pedaços soltos de vidasTrozos sueltos de vidas
Que não souberam se encaixarQue no supieron encajar

Carrego tudo em cima sem fazer barulhoLos cargo encima sin hacer ruido
Como quem aprende a levarComo quien aprende a llevar
Tudo que o mundo rejeitaTodo lo que el mundo rechaza
Por não saber onde colocarPor no saber dónde colocar

Sou expert em ir embora cedoSoy experto en irme temprano
Em não deixar rastro ao passarEn no dejar huella al pasar
Em fazer de cada despedidaEn hacer de cada despedida
Uma forma de não olhar pra trásUna forma más de no mirar atrás

Guardo corações impurosGuardo corazones impuros
Desses que não se encaixam bemDe esos que no encajan bien
Antes que também os quebremAntes de que los rompan también

Sou o eco dos cansadosSoy el eco de los cansados
Dos que já não querem lutarDe los que ya no quieren luchar
Dos que tentam mil formas de fugirDe los que prueban mil formas de huir

Trota mundos de corações partidosTrota mundos de corazones rotos
Colecionando formas de escaparColeccionando formas de escapar
Mas não há distância suficientePero no hay distancia suficiente
Quando a dor aprende a te acompanharCuando el daño te aprende a acompañar

Sigo os malucos que falam sozinhosSigo a los locos que hablan solos
Aqueles que o mundo deixou pra trásA los que el mundo dejó detrás
Aqueles que se perdem em suas cabeçasA los que se pierden en sus cabezas
E já não sabem como pararY ya no saben cómo parar

Recolho histórias sem donoRecojo historias sin dueño
Vidas que ninguém reclamouVidas que nadie reclamó
Onde um duvida se seguir ou simplesmenteDonde uno duda si seguir o simplemente
Se deixar levarDejarse llevar

Trota mundos de almas quebradasTrota mundos de almas rotas
Colecionando formas de falharColeccionando formas de fallar
Nem o mundo inteiro é suficienteNi el mundo entero es suficiente
Quando não sabeCuando no sabes
Onde parar de se arrastarDónde dejarte de arrastrar

Vou pegando o que ninguém querVoy recogiendo lo que nadie quiere
O que incomoda, o que não faz diferençaLo que molesta, lo que da igual
Os olhares que a galera desvia pra não ter que perguntarLas miradas que esquiva la gente por no tener que preguntar

Caminho no ritmo dos perdidosCamino al ritmo de los perdidos
Dos que aprendem a disfarçarDe los que aprenden a disimular
Dos que riem com metade da bocaDe los que ríen con media boca
E por dentro não param de sangrarY por dentro no paran de sangrar

Me sento ao lado dos que caemMe siento al lado de los que caen
Dos que ninguém quer escutarDe los que nadie quiere escuchar
Dos que vivem se quebrando devagarDe los que viven rompiéndose lento
Sem fazer barulho ao estourarSin hacer ruido al estallar

Trota mundos de almas quebradasTrota mundos de almas rotas
Dos que já não querem voltarDe los que ya no quieren volver
Porque viver pesa tantoPorque vivir les pesa tanto
Que até respirar começa a doerQue hasta respirar les empieza a doler

Vou com os que não têm lugarVoy con los que no tienen sitio
Com os que sobram ao chegarCon los que sobran al llegar
Com os que aguentam o olharCon los que aguantan la mirada
Embora por dentro queiram gritarAunque por dentro quieran gritar
E me vejo em cada um delesY me veo en cada uno de ellos
Em cada forma de escaparEn cada forma de escapar
Porque não é vício nem loucuraPorque no es vicio ni es locura
É não conseguir lidar com a realidadeEs no poder con la realidad

Caminho entre os restosCamino entre los restos
De gente que ninguém quer nomearDe gente que nadie quiere nombrar
Os que aprenderam a se fazer pequenosLos que aprendieron a hacerse pequeños
Pra não voltar a atrapalharPara no volver a estorbar
Os que se sentam onde não olhamLos que se sientan donde no miran
Os que riem sem se conectarLos que se ríen sin conectar
Os que tentam mil vezes seguidasLos que lo intentan mil veces seguidas
E sempre voltam a falharY siempre vuelven a fallar

Eu os vejo, mesmo que se escondamYo los veo, aunque se escondan
Mesmo que queiram se apagarAunque se quieran borrar

Sei reconhecer essa fissuraSé reconocer esa grieta
Mesmo que não queiram mostrarAunque no la quieran mostrar
Não os salvoNo los salvo
Não possoNo puedo
Nem sei como começarNi siquiera sé cómo empezar
PorraJoder
Se fico é porqueSí me quedo es porque
Eu tambémYo también
Aprendi a cairAprendí a caer
Sem avisarSin avisar

Trota mundos de almas quebradasTrota mundos de almas rotas
Não é caminhoNo es camino
É aceitarEs aceptar
Que não somos os que se perdemQue no somos los que se pierden
Somos os que veemSomos los que ven
DemaisDemasiado
E não conseguemY no lo pueden
SuportarSoportar

Composição: Jaime Jose Cerda Fernandez. Essa informação está errada? Nos avise.

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