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A Indústria do Poder

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La Industria Del Poder

La industria del poder
Y su máquina del miedo
Que extermina personas y sueños
No descansará hasta verte
En la miseria mental

Haciendo de lo trivial
Un germen que te alimenta
Mientras sus dueños
Sientan su poder
En lo corrupto
En nombre de la libertad

Por eso muchos viven
Sin saber que están muriendo
Y el silencio de los que callan
Pesa más que una lápida
Sobre sus mentes

Sé muy bien
Que en las regioines
Oscuras de nuestro olvido
Aún navegan la muerte y la crueldad
Como sombras de una edad
Que a morir se resiste

Yo no quiero ser
Uno más en esta industria
Engranaje de una máquina demente
Que a fuerza de ser útil
Quiere hacerme inútil

Sé muy bien
Que en las regioines
Oscuras de nuestro olvido
Aún navegan la muerte y la crueldad
Como sombras de una edad
Que a morir se resiste

Resiste a morir
Resiste a morir

A Indústria do Poder

A indústria do poder
E sua máquina do medo
Que extermina pessoas e sonhos
Não descansará até te ver
Na miséria mental

Transformando o trivial
Em um germem que te alimenta
Enquanto seus donos
Sentem seu poder
No que é corrupto
Em nome da liberdade

Por isso muitos vivem
Sem saber que estão morrendo
E o silêncio dos que calam
Pesa mais que uma lápide
Sobre suas mentes

Sei muito bem
Que nas regiões
Escuras do nosso esquecimento
Ainda navegam a morte e a crueldade
Como sombras de uma era
Que se recusa a morrer

Eu não quero ser
Mais um nessa indústria
Engrenagem de uma máquina insana
Que, a força de ser útil
Quer me tornar inútil

Sei muito bem
Que nas regiões
Escuras do nosso esquecimento
Ainda navegam a morte e a crueldade
Como sombras de uma era
Que se recusa a morrer

Resista a morrer
Resista a morrer

Composição: Miguel Roldán / Alberto Honorio Zamarbide