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Os Balanços

Lola Tuduri

Los Columpios

En nuestro sitio favorito
Las malas historias
Se convierten en un mito
En nuestra humilde morada

Donde me esperas
Para que llore y me deshaga
No hace falta que me haga la dura contigo
Tú sabes que caigo ante cualquier descuido
Sabes que soy transparente aunque a veces me olvido

Pero siempre estás
En los columpios
Esperando para hablar
O para no decir nada
Y dejarme abrazar

Me guardas la espalda
Me das de tu paz
Te llevas las balas
Que me iban a matar

Y herido por dentro
Preguntas
Que si puedes hacer algo más
Por mí, por mí, por mí

En nuestro lugar de cobijo
Siempre me esperas
Me guardas mi sitio
Tienes la mirada intacta
No dejas que saque la bandera blanca

No hace falta que finja que todo está bien
Sabes perfectamente cuando va a llover
Me entiendes, me enseñas, me miras, me río
Como cambia la vida contigo

Pero siempre estás
En los columpios
Esperando para hablar
O para no decir nada
Y dejarme abrazar

Me guardas la espalda
Me das de tu paz
Te llevas las balas
Que me iban a matar

Y herido por dentro
Preguntas
Que si puedes hacer algo más
Por mí, por mí, por mí

Sabes siempre qué decir
Aunque no lo sepa escuchar
Tu mirada congela
Lo que no supe mirar

Pero siempre estás
En los columpios
Esperando para hablar
O para no decir nada
Y dejarme abrazar

Me guardas la espalda
Me das de tu paz
Te llevas las balas
Que me iban a matar

Y herido por dentro
Preguntas
Que si puedes hacer algo más
Por mí, por mí, por mí
Por mí, por mí, por mí

Os Balanços

No nosso lugar favorito
As histórias ruins
Se tornam um mito
Na nossa humilde morada

Onde você me espera
Pra eu chorar e me desfazer
Não precisa fingir que sou forte com você
Você sabe que eu caio em qualquer descuido
Sabe que sou transparente, embora às vezes me esqueça

Mas você sempre está
Nos balanços
Esperando pra falar
Ou pra não dizer nada
E me deixar abraçar

Você me protege
Me dá a sua paz
Leva as balas
Que iam me matar

E ferido por dentro
Você pergunta
Se pode fazer algo mais
Por mim, por mim, por mim

No nosso lugar de abrigo
Você sempre me espera
Guarda meu lugar
Seu olhar é intacto
Não deixa eu erguer a bandeira branca

Não precisa fingir que tá tudo bem
Você sabe exatamente quando vai chover
Me entende, me ensina, me olha, eu rio
Como a vida muda com você

Mas você sempre está
Nos balanços
Esperando pra falar
Ou pra não dizer nada
E me deixar abraçar

Você me protege
Me dá a sua paz
Leva as balas
Que iam me matar

E ferido por dentro
Você pergunta
Se pode fazer algo mais
Por mim, por mim, por mim

Você sempre sabe o que dizer
Mesmo que eu não saiba ouvir
Seu olhar congela
O que eu não soube ver

Mas você sempre está
Nos balanços
Esperando pra falar
Ou pra não dizer nada
E me deixar abraçar

Você me protege
Me dá a sua paz
Leva as balas
Que iam me matar

E ferido por dentro
Você pergunta
Se pode fazer algo mais
Por mim, por mim, por mim
Por mim, por mim, por mim

Composição: Lola Tuduri