Sorrow
Parted by the red window frame of pine, the two pieces of paper-cut Zodiac,are looking at each other.
Dully sitting beside, I am playing with my fingers in this warm bungalow.
I seal up the Goddess in my heart, since fate is blank in front of science,
the one who is kissing me, an endlessly singing throat, wildly and wildly,
to bury the sorrow in deep.
In the mosquito net on the furnace, a pair of enemies are again laughing at my promtness.
Resting on my chin, I blow a breath, making the glass ice up to various shapes.
I crush the Goddess in my mind, since authority leave nothing in collapse,
the one who is taming the amorous you, sometimes sad, sometimes happy, to close the door on sorrow indeed.
Tristeza
Separados pela moldura vermelha da janela de pinho, os dois pedaços de papel recortado do Zodíaco, estão se olhando.
Sentado sem ânimo ao lado, estou brincando com meus dedos neste bangalô quente.
Eu guardo a Deusa no meu coração, já que o destino é um vazio diante da ciência,
aquela que me beija, uma garganta que canta sem parar, de forma intensa e descontrolada,
para enterrar a tristeza bem fundo.
Na rede mosquiteira sobre o fogão, um par de inimigos ri novamente da minha prontidão.
Apoiado no queixo, sopro uma respiração, fazendo o vidro congelar em várias formas.
Eu destruo a Deusa na minha mente, já que a autoridade não deixa nada em colapso,
aquela que doma o seu lado amoroso, às vezes triste, às vezes feliz, para realmente fechar a porta para a tristeza.