Through Memories I Gave Her Life
Twilight under mountains, waves of eerie ardour
We shall reap the flowers, dear, seal your tears
A song to remember that I've bled through chaos
Lord of pure catharsis, brought upon a shield
Moonlight of tomorrow
Memories of rain
As the starlight fades, we fell out of favour
Cursed to die like them, trapped by human nature
Who are we, my dear
What are we, for them?
Timeless voice of sorrow, guide my final words
Life is but the patience, sung by choirs of ravens
We're the weeping angels, guarding our heaven
Paragons of virtue, cursed to never surrender
Nothing but the skyline
Where the eagles reign
As the starlight fades, we fell out of favour
Cursed to die like them, trapped by human nature
Death has left me hollow, a withered field of echoes
Past became the future, waves of cosmic dust
Who are we, my dear, what are we, for them?
Where've you been, my dear, who are we today?
Her lips, crimson flowers tainted with blood
Her eyes, a poet's tears of bleeding skies
My death, shall bring you silence
We are the twin-flame lovers, trapped within the hour
Waiting for the gallows, sworn to die with honour
We are the crimson spirits, fear the wrath of passion!
Hourglass of horrors, bring upon us justice!
Através das Memórias Eu Dei a Ela Vida
Crepúsculo sob montanhas, ondas de ardor sombrio
Vamos colher as flores, querida, seque suas lágrimas
Uma canção pra lembrar que eu sangrei no caos
Senhor da pura catarse, trazido sobre um escudo
Luz da lua de amanhã
Memórias da chuva
Enquanto a luz das estrelas se apaga, caímos em desgraça
Malditos para morrer como eles, presos pela natureza humana
Quem somos nós, minha querida
O que somos, para eles?
Voz atemporal da dor, guie minhas últimas palavras
A vida é apenas a paciência, cantada por corais de corvos
Nós somos os anjos chorões, guardando nosso céu
Paragons da virtude, malditos para nunca ceder
Nada além do horizonte
Onde as águias reinam
Enquanto a luz das estrelas se apaga, caímos em desgraça
Malditos para morrer como eles, presos pela natureza humana
A morte me deixou vazio, um campo ressequido de ecos
O passado se tornou o futuro, ondas de poeira cósmica
Quem somos nós, minha querida, o que somos, para eles?
Onde você esteve, minha querida, quem somos nós hoje?
Seus lábios, flores carmesim manchadas de sangue
Seus olhos, lágrimas de poeta de céus sangrentos
Minha morte, trará a você silêncio
Nós somos os amantes de chama gêmea, presos dentro da hora
Esperando pela forca, jurados a morrer com honra
Nós somos os espíritos carmesim, tema a fúria da paixão!
Ampulheta de horrores, traga sobre nós justiça!
Composição: Lord Of Shadows