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Ele Disse Vasco

Loredana Errore

L'ha Detto Vasco

Se penso a quanti stimoli,
Torno ai soliti scenari,
Le streghe ci separano dalle noie
Di quello stupido hotel
Mentre viaggiavo, mentre viaggiavi
Sentivo i rumori affini fuggire.
Mi hai promesso il mare
Per poi montare letti di altri.
Ed io col pensiero che
Anche stavolta bramo dalla vita.
Per le mancanze o le tue ferite.
Ti porto via dalle pareti
Che mi sembrano vetro.
E mi nascondo nel vuoto,
In questo vuoto di te.
L'ha detto centomila,
L'ha detto ad uno solo,
Per poi uscire
Suicidi di passione,
Guide spericolate,
Per quelle sere in cui spiavi.
Quei gemiti volgari, mi illudevi.
E mi illudevi, e mi illudevi, e mi illudevi.
Anche stavolta bramo dalla vita
Un pò per gioco, un pò per non farla finita.
Appeso al filo di lana, io guardo giù
Ma non vedo.
Perchè nel sangue scorre l'emozione
Che sia uno sguardo o solamente una canzone
A darmi il massimo
E non farmi tornare indietro.
L'ha detto vasco e ci credo.
Esortami a vivere
A ridere, a graffiare,
A spappolarmi l'anima per poi ricominciare
Ricominciare a credere.
Anche stavolta è una risurrezione
Quello che provi quando canti una canzone.
Su bollicine di vita
E da cui io non me ne vado.
Sarò per sempre una rivoluzione
Tutte le volte che ho donato un'emozione
È un'alba chiara la vita,
È la speranza che vedo.
L'ha detto vasco e ci credo.
Se nel sangue scorre una canzone,
Un pò per gioco, un pò per dare un'emozione,
Su bollicine d'amore, delle luci che vedo.
L'ha detto e ci credo.

Ele Disse Vasco

Se eu penso em quantos estímulos,
Volto aos mesmos cenários,
As bruxas nos separam das chatices
Daquele hotel idiota.
Enquanto viajava, enquanto você viajava
Sentia os sons familiares fugindo.
Você me prometeu o mar
Pra depois se deitar com outros.
E eu com o pensamento que
Mais uma vez anseio pela vida.
Pelas ausências ou suas feridas.
Te levo pra longe das paredes
Que parecem vidro pra mim.
E me escondo no vazio,
Nesse vazio de você.
Ele disse isso cem mil vezes,
Ele disse a uma só pessoa,
Pra depois sair
Suicídios de paixão,
Guias imprudentes,
Por aquelas noites em que você espiava.
Aqueles gemidos vulgares, você me iludia.
E você me iludia, e você me iludia, e você me iludia.
Mais uma vez anseio pela vida
Um pouco por brincadeira, um pouco pra não acabar.
Pendurado na linha de lã, eu olho pra baixo
Mas não vejo.
Porque no sangue corre a emoção
Seja um olhar ou apenas uma canção
Pra me dar o máximo
E não me deixar voltar atrás.
Ele disse Vasco e eu acredito.
Me exorte a viver
A rir, a arranhar,
A estraçalhar minha alma pra depois recomeçar
Recomeçar a acreditar.
Mais uma vez é uma ressurreição
O que você sente quando canta uma canção.
Sobre bolhas de vida
E das quais eu não vou embora.
Serei pra sempre uma revolução
Todas as vezes que doei uma emoção
É um amanhecer claro a vida,
É a esperança que vejo.
Ele disse Vasco e eu acredito.
Se no sangue corre uma canção,
Um pouco por brincadeira, um pouco pra dar uma emoção,
Sobre bolhas de amor, das luzes que vejo.
Ele disse e eu acredito.

Composição: