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Amor

Los Aldeanos

Amor

Yo no me auto margino, ni me auto discrimino
Se que no se siente bien, cuando a su lado camino
Tiene modales tan finos, que se nota que es vulgar
Y que solo intenta una mejor persona aparentar
Le quería preguntar? que tal se siente ser, aquel ser
Con el cual no tiene nada que ver
Y además poner, una serie de frases en la boca
Que no encajan con lo que a simple vista no se nota
Su única verdad, es que todo es mentira
Y que es un gran imbecil, aquel que su postura admira
Por que aquellos que miran, por encima del hombro
Se quedan en la superficie no tocan el fondo y que tan hondo
Puede ser un ser humano,
Que escrupulosamente deja en el aire una mano
Y que tan limpio es aquel que gana mucho,
Si para ganarlo tiene que jugar sucio, mira socio
Tienes dinero? ok te felicito
Tienes carro, hueles bien? ok te felicito
No trates de humillarme tratándome de lejitos
Por que cada día, estas mas cerquita de un buen tromponcito
Yo permito que se me ignore, no que se me pise
No creas todo lo que por ahí de mi se dice
Que los comentaristas andan últimamente sin empleo y
Con deseos de manchar expedientes
Y aunque mi encalaje, no encaje, en tu fiesta traje
No hará que la frente baje y me avergüence de mi tatuaje
Relajen sus ojitos no me encajen por favor
No robo adornos, mírenme como un portador de amor
Amor a mi familia, amor a lo correcto,
Amor al color de piel, que llevamos por dentro
Amor a un sentimiento ,no a marcas registradas
Amor por el amor ,no amor por algo que no es nada
Y es que nada, tiene un valor tan grande,
Cuando con tan poco nos sentimos importantes
Asi que metase el saludo por donde mejor le quepa
Yo si se quien soy ,haya el que no lo sepa¡¡

Y cuanto tengo y cuanto valgo,
Cuanto valgo eso depende de lo que aparente yo
Monetariamente hay pero que equivocada esta la gente,
Como sin voy a seguir siendo el mismo de siempre
Acercate ven,no dejes que te lo cuenten no
Ni tan cobarde ni tan valiente yo
Ni tan distinto ni tan corriente
Aldo asi sencillamente

Yo soy un mister natural señor tal
De un lugar ahi que intenta ser feliz como muchos
A ver porque me quieren cambiar a mi
Si yo no soy ni refrigerador ni ruso
Es que queren *** mañana puede ser un buso
La vida da mas vueltas que el antiguo m3
Cambiese de nube, dejese de abuso
Y no escupa mas pa riba que se pue mojar depue

Y aunque que mi pinta
No se le despinta la mona
Voy a seguir siendo asi si asi me quiere mi mama
Algun dia demostrare que no soy malo na
Pa que se metan el deo donde el sol no les da
Sus palabras rebusca metasela en el culo
Su fina cabrona metasela metasela en el culo
Su ideas equivocas metasela en el culo por fi
Como un surfin en su ofi y a cagar oro golfi

No soy lo que paresco soy distinto al resto
Me gusta el rap, el ron y el baloncesto
Soy mas honesto que ustedes un millon de veces
Que actuan con bondad solo cuando les favorece
Disputas moralistas entre viejas putas crecen
Chochas insatisfechas que no gozan hace meses
Chismosas que enfurecen porque la del segundo piso tiene quince
Y a su esposo le saka la leche
Entonces entretenerse con la vida que no aclaro
El timon en el valcon y el telefono en la mano
Y hablar de los demas por que no hay ma na que hacer
Si el marido ta roncando y no se la quere meter
Apariencias, ya nadie es sincero ahora todo es
A conveniencia y por dinero
Recordarle quero que aunque se vista de seda
Uste siempre sera un mantel de comedor obrero
Dime ese pero que hay de malo en ser asi
En defender lo que sentimo si nos sentimo feliz
Por eso le descargo a too lo negro de este pais
Que pa entrar en casa de blanco no se hace el berri

Hay policias por ahi que se emborrachan no te asombres
Y les da por bailar y tocar a los hombres, depue
No se recuerdan al otro dia
Y uste me disculpa pero pa mi eso es mariconeria

Me lo imagino a usted sentao en su butaca
Y me dan ganas de hacer caca
Y de pedirle su corbata
Pa limpiar lo que me queda entre el culo y los vellos
Y depue como si na ponersela en su propio cuello
Yeyo ya yo de ello huyo
Para evitar un problema y el chanchuyo suyo
Por que el dia que tenga el moño a 180 grado girao
Le voy a dar el piano que el chucho valdes a tocao
Desfasao siempre e andao por donde quera que andao
Y he dejao demostrao en too lao que aldo no ha cambiao
Chao pescao nos cogemos donde quera
Que aunque tus escamas brillen conosco tu ciguatera

Y cuanto tengo y cuanto valgo,
Cuanto valgo eso depende de lo que aparente yo
Monetariamente hay pero que equivocada esta la gente,
Como sin voy a seguir siendo el mismo de siempre
Acercate ven,no dejes que te lo cuenten no
Ni tan cobarde ni tan valiente yo
Ni tan distinto ni tan corriente
Aldo asi sencillamente

No niegue tanta agua que el pasado tiene sed
Mañana anda en carro mañana quien sabe a pie

Allá tu con tu conciencia, sigue viviendo de las apariencias...

Amor

Eu não me auto excluo, nem me auto discrimino
Sei que não é legal, quando ao seu lado eu caminho
Tem modos tão finos, que dá pra ver que é vulgar
E que só tenta ser uma pessoa melhor aparentar
Queria perguntar? como é que se sente ser, aquele ser
Com o qual não tem nada a ver
E ainda por cima, colocar uma série de frases na boca
Que não combinam com o que a olho nu não se nota
Sua única verdade, é que tudo é mentira
E que é um grande idiota, aquele que sua postura admira
Porque aqueles que olham, de cima pra baixo
Ficam na superfície, não tocam o fundo e quão profundo
Pode ser um ser humano,
Que escrupulosamente deixa no ar uma mão
E que tão limpo é aquele que ganha muito,
Se pra ganhar tem que jogar sujo, olha parceiro
Tem dinheiro? ok, te parabenizo
Tem carro, cheira bem? ok, te parabenizo
Não tente me humilhar me tratando de longe
Porque a cada dia, você tá mais perto de um bom soco
Eu permito que me ignorem, não que me pisem
Não acredite em tudo que por aí se diz sobre mim
Que os comentaristas andam ultimamente sem emprego e
Com vontade de manchar registros
E embora meu encaixe, não encaixe, na sua festa eu traje
Não vai fazer a minha cabeça baixar e eu me envergonhar do meu tatuagem
Relaxe seus olhinhos, não me encaixem por favor
Não roubo adornos, me vejam como um portador de amor
Amor à minha família, amor ao que é certo,
Amor à cor da pele, que carregamos por dentro
Amor a um sentimento, não a marcas registradas
Amor pelo amor, não amor por algo que não é nada
E é que nada, tem um valor tão grande,
Quando com tão pouco nos sentimos importantes
Então enfie o seu cumprimento onde melhor couber
Eu sei quem sou, que se dane quem não souber!!

E quanto eu tenho e quanto eu valho,
Quanto eu valho isso depende do que eu aparento
Monetariamente tem, mas quão equivocada está a gente,
Como se eu vou continuar sendo o mesmo de sempre
Chega mais, vem, não deixe que te contem não
Nem tão covarde, nem tão valente eu
Nem tão distinto, nem tão comum
Aldo assim, simplesmente

Eu sou um mistério natural, senhor tal
De um lugar aí que tenta ser feliz como muitos
A ver porque querem me mudar
Se eu não sou nem refrigerador, nem russo
É que querem *** amanhã pode ser um buso
A vida dá mais voltas que o antigo m3
Mude de nuvem, pare de abusar
E não cuspa mais pra cima que pode se molhar depois

E embora minha aparência
Não se desfaça a mona
Vou continuar sendo assim se assim me quer minha mãe
Um dia vou mostrar que não sou mau não
Pra que enfie o dedo onde o sol não brilha
Suas palavras rebuscadas enfie no seu cu
Sua fina cabrona enfie, enfie no seu cu
Suas ideias equivocadas enfie no seu cu, por favor
Como um surfista no seu escritório e a cagar ouro, golfinho

Não sou o que pareço, sou diferente do resto
Gosto de rap, de rum e de basquete
Sou mais honesto que vocês um milhão de vezes
Que agem com bondade só quando lhes favorece
Disputas moralistas entre velhas putas crescem
Xoxotas insatisfeitas que não gozam há meses
Fofocas que enfurecem porque a do segundo andar tem quinze
E o marido dela tira o leite
Então se entreter com a vida que não esclareço
O volante no balcão e o telefone na mão
E falar dos outros porque não há mais nada a fazer
Se o marido tá roncando e não quer meter
Aparências, já ninguém é sincero, agora tudo é
A conveniência e por dinheiro
Lembrar que embora se vista de seda
Você sempre será um pano de mesa de trabalhador
Diga esse mas o que há de errado em ser assim
Em defender o que sentimos se nos sentimos felizes
Por isso eu descarrego a todos os negros deste país
Que pra entrar na casa de branco não se faz o berrin

Tem policiais por aí que se embriagam, não se espante
E eles dançam e tocam os homens, depois
Não se lembram no outro dia
E você me desculpa, mas pra mim isso é mariconeria

Eu me imagino você sentado na sua poltrona
E me dá vontade de fazer cocô
E de pedir sua gravata
Pra limpar o que me sobra entre o cu e os pelos
E depois como se nada, colocá-la no seu próprio pescoço
Eyo, já eu disso fujo
Pra evitar um problema e o seu chanchulho
Porque o dia que eu tiver o cabelo a 180 graus virado
Vou dar o piano que o Chucho Valdés tocou
Desfasado sempre andei por onde quer que andei
E deixei demonstrado em todo lado que Aldo não mudou
Tchau peixe, nos pegamos onde quer
Que embora suas escamas brilhem, conheço sua ciguatera

E quanto eu tenho e quanto eu valho,
Quanto eu valho isso depende do que eu aparento
Monetariamente tem, mas quão equivocada está a gente,
Como se eu vou continuar sendo o mesmo de sempre
Chega mais, vem, não deixe que te contem não
Nem tão covarde, nem tão valente eu
Nem tão distinto, nem tão comum
Aldo assim, simplesmente

Não negue tanta água que o passado tem sede
Amanhã anda de carro, amanhã quem sabe a pé

Lá vai você com sua consciência, continue vivendo das aparências...

Composição: