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Quase Ninguém

Los Caballeros de la Quema

Casi Nadie

Contra las cuerdas otra vez
La noche otra vez
Caminando con la risa perdida
Gateando por ahi payaso sin circo,
Las manos rojas, la mirada,
Con ojos que ya no estan
Luces, cuerpos, gente y que?
Ya no son nada
Casi nada
Estiro los brazos y,
No toco a nadie
A casi nadie...
Un dia mas y ya van 100
Mejor ni pensar el pasado...
Perro cruel whisky y aburrimiento
La noche otra vez
Recuerdos secos de tu voz que me aranan desde lejos
Luces, cuerpos, gente...
Y pensar que me embarre,
Pero no,
Nunca te vas a convencer y todo asi.
Rebelion en damasco me hizo ver
Que podia empezar a olvidar tu boca hoy
Mejor es callejear,
Poner un wing y apurar
La historia cambia de ropa cada dia
El dolor de verte asi me dice algo hoy
"no es para tanto, este no es tan mal trabajo..."
Luces, cuerpos, gente...

Quase Ninguém

Contra as cordas outra vez
A noite outra vez
Caminhando com a risada perdida
Engatinhando por aí, palhaço sem circo,
As mãos vermelhas, o olhar,
Com olhos que já não estão
Luzes, corpos, gente e o que?
Já não são nada
Quase nada
Estico os braços e,
Não toco em ninguém
Em quase ninguém...
Mais um dia e já vão 100
Melhor nem pensar no passado...
Cachorro cruel, uísque e tédio
A noite outra vez
Lembranças secas da sua voz que me arranham de longe
Luzes, corpos, gente...
E pensar que eu me sujei,
Mas não,
Nunca vai se convencer e tudo assim.
Rebelião em Damasco me fez ver
Que eu podia começar a esquecer sua boca hoje
Melhor é andar pelas ruas,
Colocar um wing e acelerar
A história muda de roupa a cada dia
A dor de te ver assim me diz algo hoje
"não é pra tanto, esse não é um trabalho tão ruim..."
Luzes, corpos, gente...